Feijoada Solidária: empresas já podem aportar recursos para viabilizar 2ª edição; prazo para captação termina em 5 de agosto

Principal evento de arrecadação da ACASE abre captação de patrocinadores nas categorias Ouro, Prata e Bronze; toda a renda será revertida para ações de acolhimento hospitalar e assistência social. …………………….Talita Moura……………………. Empresas interessadas em associar sua marca à solidariedade e contribuir para a manutenção dos trabalhos sociais da ACASE já podem aderir às cotas de patrocínio da 2ª Feijoada Solidária, que acontecerá no dia 16 de agosto de 2026, das 12h às 17h, na Mansão Monte Viedra, no Park Way, em Brasília. O prazo para captação de patrocinadores se encerra em 5 de agosto. Principal ação anual de arrecadação de recursos da ACASE, a Feijoada Solidária tem como objetivo garantir a continuidade dos programas sociais e evangelísticos desenvolvidos pela instituição ao longo do ano. Toda a renda obtida com o evento é integralmente revertida para iniciativas de acolhimento hospitalar, assistência a famílias em situação de vulnerabilidade, distribuição de alimentos, visitas domiciliares e ações de capelania. A primeira edição da Feijoada Solidária, realizada em 2025, reuniu cerca de 170 participantes e consolidou-se como um importante instrumento de mobilização comunitária e fortalecimento da missão da instituição. Para 2026, a expectativa é ampliar o alcance do evento, atraindo novos parceiros e patrocinadores comprometidos com a responsabilidade social. Segundo a diretoria da ACASE, o apoio das empresas é fundamental para viabilizar a realização da feijoada e potencializar o impacto das ações desenvolvidas durante todo o ano. “Cada patrocinador se torna parte de uma rede de cuidado que alcança crianças hospitalizadas, acompanhantes, famílias em situação de vulnerabilidade e pessoas que enfrentam momentos difíceis de enfermidade. A Feijoada Solidária é muito mais do que um evento; ela sustenta uma missão que acontece todos os dias”, destaca Monique Olivieri, coordenadora de eventos da ACASE. Além do caráter beneficente, o encontro também proporciona um ambiente de confraternização, lazer e relacionamento, reunindo famílias, empresários, voluntários e apoiadores em uma tarde de música, gastronomia e solidariedade. A programação inclui feijoada completa, entradas, bebidas, sobremesas, música ao vivo, sorteio de brindes, piscina com salva-vidas, campo de futebol, quadra de vôlei e futmesa. Cotas de patrocínio disponíveis OURO – R$ 15 mil Patrocinador Master da Feijoada Solidária Benefícios: PRATA – R$ 5 mil Patrocinador de apoio estratégico Benefícios: BRONZE – R$ 2 mil Apoiador institucional Benefícios: Mesa Corporativa Empresas que desejam participar institucionalmente, mas não necessariamente por meio das cotas de patrocínio, também podem aderir à modalidade Mesa Corporativa. Com investimento de R$ 1.000, a empresa recebe 7 ingressos para reunir colaboradores, clientes ou parceiros em um ambiente de confraternização e solidariedade. Além da participação no evento, a organização terá sua presença registrada por meio de menção institucional durante a programação. A modalidade representa uma oportunidade de fortalecer relacionamentos profissionais enquanto apoia diretamente os projetos sociais da ACASE, demonstrando compromisso com a responsabilidade social e com o cuidado de famílias que enfrentam situações de vulnerabilidade. Empresas interessadas em patrocinar ou adquirir uma Mesa Corporativa podem entrar em contato com a ACASE para conhecer os detalhes das modalidades de apoio e garantir participação na 2ª Feijoada Solidária. Serviço 2ª Feijoada Solidária da ACASE📅 16 de agosto de 2026 (domingo)🕛 Das 12h às 17h📍 Mansão Monte Viedra – Park Way (Conjunto 1, Lote 2) Ingressos1º lote: (encerrado)2º lote: R$ 85 (até 1º de agosto)3º lote: R$ 100 (até o dia do evento) 🎁 Crianças de até 6 anos não pagam. ⚠️ 100% da renda será destinada aos trabalhos sociais e evangelísticos da ACASE.

ACASE promove Semana Ler é um remédio e impacta centenas de crianças com literatura e esperança

Mais de mil livros, dezenas de voluntários e um propósito: transformar dor em esperança por meio da leitura e do Evangelho. Entre os dias 6 e 10 de abril, a ACASE realizou a edição 2026 da Semana Ler é um remédio, mobilizando voluntários e parceiros em uma grande ação de incentivo à leitura. A iniciativa aconteceu em três frentes: na Tenda do Acolhimento, no Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), nos dias 6, 8 e 9; no Hospital da Criança de Brasília (HCB), no dia 7; e, no dia 10, no Projeto PIB Viver, promovido pela Primeira Igreja Batista no Guará, com crianças em situação de vulnerabilidade social da Cidade Estrutural (DF). A Semana Ler é um remédio consiste na intensificação do programa permanente da ACASE, que utiliza a literatura cristã como instrumento de cuidado, consolo e evangelização. Durante a ação, cerca de 1.200 livros foram distribuídos, sendo mais de 700 destinados ao público infantil. Ao todo, 19 voluntários se revezaram ao longo da semana para levar não apenas livros, mas também atenção, carinho e palavras de esperança às crianças e suas famílias. Só no HMIB, mais de 500 pessoas, entre crianças e adultos, pacientes internados e apenas em consulta, receberam algum tipo de literatura cristã. O acolhido Wellington Fernandes Xavier, morador de Brazlândia e pai da garotinha Y.I.P, de 9 anos, paciente renal crônica, destacou o valor do presente recebido: “Eu recebi uma Bíblia e um livro de mensagens curtas que, já no ônibus, voltando para casa, li quase metade. Saí do hospital muito triste com o que ouvi dos médicos, mas a leitura do livro renovou as minhas esperanças e aumentou a minha fé”. Vice-presidente da Acase, Yan Victoria, que participou com os filhos Paulo e Tito e a esposa Thaícia do quarto dia da ação, celebra os resultados colhidos na edição 2026 da Semana Ler é um remédio: “É o segundo ano da Semana e, pela segunda vez, nos emocionamos em notar como uma literatura e um sorriso dados fazem a diferença para quem está no ambiente hospitalar. Nós acreditamos nesta ação e no poder desses livros de transformar histórias”. O encerramento da semana aconteceu no Projeto PIB Viver, com crianças da Cidade Estrutural, em um momento marcado por alegria e acolhimento. Viviane Santoro, responsável pelo projeto, celebrou a parceria: “Foi muito além das nossas expectativas. Somos gratos pelo carinho de terem vindo encerrar a Semana Ler é um remédio com nossas crianças da Estrutural”. A realização da Semana Ler é um remédio contou com o apoio essencial de uma parceira frequente da ACASE: a Sociedade Bíblica do Brasil, responsável pela doação de mais de mil livros, o que possibilitou a ampliação do alcance da ação neste ano. Além de incentivar a leitura no árido ambiente hospitalar, a Semana Ler é um remédio configura-se um importante instrumento da ACASE para levar esperança, fé e cuidado a quem enfrenta momentos de fragilidade, transformando histórias em ferramenta de cura e presença. ACASE leva Semana Ler é um remédio ao Hospital da Criança Distribuição de livros infantis e reconhecimento institucional marcam participação da entidade na Semana “Ler é um remédio”. “Tenho um carinho especial por este lugar”. Estas foram as primeiras palavras do presidente da ACASE, Anderson Olivieri, aos voluntários que o acompanhavam naquela tarde de 7 de abril, na visita ao Hospital da Criança de Brasília (HCB), para uma ação especial da ACASE dentro da programação da Semana Ler é um remédio. O motivo da afeição ao local se explica pelo fato de Olivieri ser pai de criança em tratamento oncológico, especialidade que o Hospital da Criança é uma referência nacional. A presença da ACASE no local, pela primeira vez, aconteceu por ocasião da Semana Ler é um remédio. Autorizada pela direção do voluntariado do HCB, a instituição distribuiu ao público infantil no local, durante toda a tarde, mais de 250 exemplares de literatura cristã. Entre os títulos distribuídos pelos voluntários da ACASE estavam Bia e as bonecas e Tuca ficou doente, e agora?, ambos de autoria de Anderson Olivieri. As obras foram pensadas para dialogar diretamente com o universo infantil em contexto de enfermidade, abordando sentimentos como medo, dor e esperança de forma sensível e acessível. A experiência impactou profundamente os voluntários envolvidos. Júnia Nunes, coordenadora da Tenda do Acolhimento, destacou a dimensão espiritual da ação: “Eu me sinto muito abençoada por participar deste projeto da Semana Ler é um remédio, estou com o coração transbordando de gratidão a Deus por tão grande privilégio”. O reconhecimento também veio do próprio Hospital da Criança. Em carta de agradecimento assinada pela coordenadora de voluntariado do HCB, Suely Nascimento de Lemos, iniciativa foi valorizada: “Ações solidárias como a de vocês são fundamentais para fortalecer o nosso trabalho e contribuir significativamente para o bem-estar dos pacientes em um momento tão delicado”. Quem também vibrou com a ação foram os pais das crianças que ganharam livros enquanto esperavam atendimento ou durante a infusão de medicamentos. Eliane Freire, mãe de uma paciente graciosa de 2 anos de idade, exaltou o trabalho da ACASE: “Minha filha amou o livro. Que trabalho lindo! Não parem essa obra”. Disto não há dúvidas: a ACASE continuará com o programa Ler é um remédio e, anualmente, com a Semana que tem abençoado milhares de vidas. Continuará, pretende-se, inclusive no HCB, se estas portas continuarem gentilmente se abrindo para nós.

Entrevista: “A escuta demonstra ao enfermo que o levamos em consideração”, Eleny Vassão

A capelania hospitalar no Brasil tem sido, ao longo das últimas décadas, silenciosamente construída por homens e mulheres que compreenderam que, em meio à dor, à fragilidade e à finitude da vida, há um campo missionário bastante sensível — e, ao mesmo tempo, urgentemente necessário. Entre esses nomes, destaca-se o de Eleny Vassão, pioneira na consolidação do cuidado espiritual no ambiente hospitalar e referência para gerações de capelães em todo o país. Com mais de quatro décadas de atuação, sua trajetória é marcada não apenas pela experiência acumulada, mas por uma espiritualidade amadurecida no contato direto com o sofrimento humano. Sua abordagem une firmeza bíblica, sensibilidade pastoral e uma escuta atenta — elementos que transformaram sua atuação em um importante ministério de presença, consolo e esperança. Nesta entrevista ao Jornal da ACASE, concedida no exato momento em que a instituição passa a adotar em seu nome o serviço da capelania, Eleny revisita as origens do seu chamado, compartilha aprendizados construídos ao longo de anos de serviço e oferece reflexões sobre o papel da fé cristã diante da dor, do luto e das incertezas que permeiam o ambiente hospitalar. Suas palavras orientam e inspiram todos aqueles que, de alguma forma, se sentem chamados a cuidar — seja no leito hospitalar, seja nos espaços de acolhimento que se estendem para além dele. Relato de experiência, esta conversa também é um convite a enxergar o sofrimento com os olhos da compaixão cristã e a responder a ele com presença, sabedoria e dependência de Deus. Como nasceu o seu chamado para a capelania hospitalar? Houve algum momento ou experiência específica em que a senhora percebeu que Deus a estava direcionando para esse ministério? Minha mãe precisou ficar de cama no final da gravidez do meu irmão, e precisei cuidar muito dela, ajudando a levar as refeições escada acima no sobrado e a lhe fazer pequenos favores. Afinal, eu estava com 6 anos de idade! Quando me converti a Cristo, aos 13 anos, tive certeza que o Senhor estava me chamando para um campo missionário, mas não sabia qual. Então, continuei a minha vida: fiz a Faculdade de Belas Artes, casei, tive 4 meninos, mas ainda sentia que Deus me queria em algo mais. Ao acolher em minha casa seminaristas, um deles precisou fazer uma cirurgia e, ao visitá-lo no hospital, clamou que eu o levasse para casa. Assim o fiz, e cuidei dele durante sua recuperação. Por morar muito perto da Igreja, queridos irmãos e irmãs o visitavam com frequência. Mesmo sendo muito bom recebe-los, percebi que o meu enfermo ficava bastante cansado. Vi, também, que muitos não sabiam o que falar ou como orar e, por vezes, apesar de todas as boas intensões, agiam de modo inconveniente. Comecei a orientá-los e a organizar uma agenda de visitas. Era o início do meu ministério de Capelania Hospitalar! A senhora atua na capelania hospitalar há muitas décadas. O que mais mudou na forma de cuidar espiritualmente de pacientes e famílias ao longo desse tempo? Trabalho em Capelania Hospitalar há 44 anos, tendo começado como Capelã Evangélica do Hospital das Clínicas da FMUSP, em São Paulo. Creio que o que mais mudou foi a minha pessoa, pois diante de pacientes desconhecidos, credos diversos e reações diferentes à visita, à evangelização e ao aconselhamento bíblico, descobri que não faço nada por mim mesmo. Dependo, em todo o tempo, da graça de Deus, da ação do Espírito Santo que prepara os corações dos meus pacientes, seus cuidadores e dos profissionais da saúde para ouvir o Evangelho e aceitá-lo ou não. Tenho aprendido, continuamente, a ser mais dependente Dele, a falar com mais delicadeza, criando um vínculo antes de falar de Cristo, e aproveitando a palavra-chave que cada um deles me traz, segundo a sua necessidade, para então apresentar Cristo como Salvador. O sofrimento humano é uma realidade constante no ambiente hospitalar. Como a fé cristã pode oferecer esperança real a pessoas que estão enfrentando dor, medo ou a possibilidade da morte? O convite de Jesus, em Mateus 11:28, é: “Vinde a mim todos vós que estais cansados e oprimidos, e eu os aliviarei…” Somente no Senhor Jesus há alívio para as pesadas cargas que tentamos carregar em nossas vidas, principalmente quando nos vemos fragilizados pelo sofrimento, totalmente dependentes de outros e incapazes de resolver as questões que nos abatem. Jesus é Aquele que nos traz sentido ao sofrimento, forças novas e esperança para viver e também para partir, com a certeza da vida eterna no céu. É diante Dele que podemos derramar as nossas queixas e chorar em Seu colo, como diz o Salmo 142: “Ao Senhor ergo a minha voz e clamo…Derramo diante Dele a minha queixa, à Sua presença exponho a minha angústia”. No Salmo 119:50, lemos: “O que me consola em minha angústia é isto: que a tua palavra me vivifica”. Então, no versículo 71, o Salmista reconhece o resultado benéfico da provação em sua vida: “Foi bom que eu tivesse passado pela aflição, para que aprendesse os seus decretos”. Em sua experiência, qual é a importância da escuta no trabalho de capelania? O que um capelão precisa aprender sobre ouvir antes de falar? A escuta demonstra ao enfermo que o levamos em consideração, dando-lhe atenção, olhando em seus olhos, observando seus gestos e tratando-o com respeito e compaixão. Sentindo-se valorizado, ele também se dispõe a nos dar ouvidos. Podemos aprender isso com Jesus que, sendo o próprio Deus onisciente, dava ouvidos à cada pessoa, inclinando-se em sua direção e ouvindo suas palavras antes de lhes responder e atender às suas necessidades. Ele é o nosso modelo. Nos nossos Cursos de Capelania Hospitalar falamos muito sobre a importância de aprender a dar ouvidos, e o próximo Curso Nível 1 será de 1 a 3 de maio, em São Paulo (inscrições pelo site www.capelanianasaude.org.br). Muitas vezes o cuidado espiritual não alcança apenas o paciente, mas também familiares e profissionais de saúde. Como o capelão pode servir a essas pessoas que também estão emocionalmente sobrecarregadas? Escrevi … Ler mais

ACASE realiza culto na capela do HMIB em homenagem às mulheres

Momento inédito contou com louvor, oração e esperança para mulheres em meio à rotina hospitalar …………………….Felipe Coimbra……………………. Pela primeira vez desde que iniciou o trabalho de acolhimento no hospital, a Acase celebrou um culto nas dependências do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB). O momento de adoração e celebração aconteceu na manhã de 9 de março, na capela da unidade, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, ocorrido no dia anterior. A celebração reuniu pacientes, acompanhantes, familiares e voluntários em um momento de fé e reconhecimento ao papel e à força das mulheres. A iniciativa do culto partiu da coordenadora de voluntariado do HMIB, Ludmila Coimbra, servidora da Secretaria da Saúde e entusiasta do trabalho da Acase. A organização e condução da celebração ficaram sob responsabilidade da Associação, que realiza regularmente ações de capelania e acolhimento no hospital por meio da Tenda do Acolhimento. Desde o início do culto, iniciado às 10 horas, os bancos da capela foram sendo preenchidos por mulheres que vivem, naquele espaço, momentos delicados de suas vidas. Mães e avós compareceram acompanhadas de seus filhos e netos, muitos deles ainda em tratamento. Algumas crianças chegaram à capela carregando o próprio suporte de soro móvel, uma cena que evidenciava, ao mesmo tempo, a fragilidade do momento vivido e a esperança que move as famílias em busca de conforto espiritual. O período de louvor foi conduzido por Yan Victoria, vice-presidente da Acase, e por Filipe Oliveira, voluntário que atua nos eventos da instituição. As canções de adoração levaram muitas das presentes a momentos de emoção. Algumas mulheres se emocionaram durante o louvor e também na oração final, encontrando naquele instante um espaço de consolo e renovação da fé. A mensagem da manhã foi ministrada por Anderson Olivieri, presidente da Acase, que trouxe uma reflexão baseada no texto de Lucas 10.38–42, passagem em que Marta e Maria recebem a visita de Jesus e respondem de maneiras diferentes à sua presença. Na narrativa bíblica, Marta se ocupa intensamente com os afazeres da casa, enquanto Maria escolhe sentar-se aos pés de Jesus para ouvi-lo. A reflexão destacou que, em meio às inúmeras responsabilidades que muitas mulheres carregam diariamente — especialmente em contextos de cuidado com filhos e familiares — é fundamental não perder de vista aquilo que Jesus chama de “a boa parte”: o tempo de comunhão com Deus, que fortalece e sustenta a caminhada. Ao final do culto, todas as mulheres presentes receberam uma lembrancinha preparada pela Acase. O presente incluía uma literatura voltada ao público feminino, doada pela Sociedade Bíblica do Brasil, além de uma caneta personalizada da Acase. Em meio aos corredores e enfermarias do hospital, o culto reafirmou a missão da Acase de levar acolhimento espiritual, oração e palavras de vida a quem mais precisa, sendo, em ambiente hospitalar, quase sempre, elas – as mulheres.

ACASE publica Relatório Financeiro de 2025 e reafirma compromisso com a transparência

Material reúne receitas e despesas do exercício de 2025 e integra a política anual de prestação de contas da instituição. ……………………….Felipe Coimbra…………………….… No dia 16 de março de 2026, a ACASE tornou público o seu Relatório Financeiro referente ao exercício de 2025, documento que reúne as principais informações sobre receitas, despesas e a gestão dos recursos da instituição ao longo do último ano. O relatório foi disponibilizado no site oficial da ACASE e encaminhado aos associados e mantenedores da instituição, como parte do compromisso permanente com a transparência, a responsabilidade administrativa e o respeito às doações recebidas. Esta é a segunda vez que a entidade prepara e publica formalmente o relatório financeiro anual, consolidando uma prática que passa a integrar o conjunto de documentos institucionais divulgados regularmente pela organização. Além do relatório financeiro, a ACASE também elabora anualmente o Relatório de Atividades, documento que apresenta as principais ações sociais e espirituais desenvolvidas pela instituição, especialmente no apoio a crianças e famílias em contexto hospitalar em Brasília. Juntos, esses relatórios formam um importante instrumento de prestação de contas à sociedade e aos mantenedores que sustentam a missão da associação. O Relatório Financeiro 2025 pode ser acessado na página de transparência do site institucional:https://acasedf.org/transparencia/. Para o tesoureiro da ACASE, Leonardo Nobrega, a publicação do documento demonstra o respeito da instituição com todos os atores envolvidos – associados, mantenedores, voluntários, beneficiados e, claro, com Deus. “O documento reforça o compromisso da ACASE com a transparência, a responsabilidade e a boa gestão dos recursos. Entendemos que cada recurso carrega um propósito diante de Deus e das pessoas, sendo aplicado com zelo na nossa missão. Mais do que números, o relatório evidencia o impacto real na vida das famílias atendidas. Tornar essas informações públicas é um ato de prestação de contas, gratidão e fortalecimento da confiança de todos que caminham conosco”. De fato, com a publicação do relatório, a ACASE reafirma seu propósito de conduzir sua atuação social e espiritual com integridade, clareza e responsabilidade, fortalecendo a confiança dos associados, voluntários e parceiros que tornam possível o trabalho de acolhimento e assistência realizado pela instituição.

Continuamos ACASE, mas mudamos

Por Anderson Olivieri* Talvez você esteja surpreso com o anúncio trazido na capa desta edição. Você não leu errado: a ACASE mudou mesmo de nome. Somos, agora, Associação de Capelania e Serviço aos Enfermos. Como sigla, seguimos a mesma ACASE de sempre. A mudança se confirma após quase um ano de reflexão. O nome original, Associação Cristã de Assistência Social e Espiritual, embora agradasse à maioria dos associados, comunicava pouco acerca de “quem somos” e de “o que fazemos” – nisto, todos concordavam. Era um nome genérico. Cinco motivos justificaram a alteração. Primeiro, a necessidade de clareza de identidade. O novo nome define com precisão o principal campo de atuação da ACASE (o ambiente hospitalar); Segundo, o alinhamento com a prática real da instituição. A ACASE, com a alteração, não muda de rumo, mas sintoniza o nome à realidade vivida; Terceiro, o fortalecimento institucional. A nova denominação facilita o reconhecimento por hospitais, parceiros e apoiadores; Quarto, o foco no público-alvo. Ao trazê-lo – “aos enfermos” –, o novo nome dá rosto à missão, colocando a pessoa atendida no centro e reforçando o caráter cristão da obra; Quinto, uma comunicação mais acessível à sociedade. Para quem está de fora, a nova denominação é mais clara quanto ao propósito da instituição. Apresentadas essas razões em assembleia ordinária ocorrida em março deste ano, os associados aprovaram unanimemente a mudança de nome. A única ressalva deles dizia respeito à sigla ACASE, já consolidada e querida dos integrantes. Não devíamos alterá-la. Levei então aos associados a proposta que me agradava e preservava o acrônimo – Associação (A) de Capelania (CA) e Serviço (S) aos Enfermos (E). Paradoxal, é verdade, mas estamos diante de uma mudança que conserva. Ao trocar de nome, a ACASE fortalece a sua essência, constituindo-se agora, de fato e de direito, uma instituição que cuida da espiritualidade dos enfermos e os serve. Nesse aspecto, Cristo é o nosso modelo perfeito de acolhimento, gentileza e dedicação aos doentes, Aquele a quem, em tudo, queremos imitar em nossa missão. Há outros dois exemplos que me inspiram para este novo tempo da ACASE – um do mundo antigo, outro contemporâneo. Tenho me dedicado ao estudo da história da capelania e, por isso, deparei-me com Martinho de Tours (317 – 397 d.C) – para muitos o “fundador” da capelania a partir de seu gesto de doar metade da sua capa a um mendigo ao relento. Homem devoto a Cristo, abriu mão da vida militar em favor do serviço aos pobres e doentes após se converter. Uma trajetória cristã linda e inspiradora. Como também a é de Eleny Vassão, a segunda referência a que me referi. Paulistana com mais de 40 anos de experiência em capelania hospitalar, ela alia chamado ministerial com rigor e conhecimento técnicos para o desempenho do serviço. Experiência e conteúdo acumulados que Eleny compartilha em seus excelentes cursos de formação de capelães, promovidos pela instituição que ela dirige – a Associação de Capelania na Saúde (ACS). Fui seu aluno em um desses cursos, ministrado em maio de 2025, e asseguro: não há nada no Brasil, em capelania hospitalar, comparável ao que Eleny Vassão produz. Nesta 14ª edição do Jornal da Acase, em que anunciamos a nossa nova denominação – Associação de Capelania e Serviço aos Enfermos– tive a alegria de fazer uma entrevista com a Eleny. O conteúdo, imperdível, constitui verdadeira aula de capelania hospitalar. E, para fechar com chave de ouro esta edição especial, no Espaço Lion Dias Padilha, com texto escrito por um convidado, contamos com a colaboração do Dr. Dan Nakamura, médico intensivista, autor do livro Diário de um médico cristão, e profissional que trabalha sob o lema Cuidando da vida com ciência, fé e propósito. Espero que goste. Do nome novo e da edição especial, até aqui, a maior já produzida por nós. Um abraço. *Anderson Olivieri é fundador e presidente da ACASE

ACASE distribui mil mini Bíblias em ação pelo Dia da Bíblia em Brasília

Ação marcou as comemorações do Dia da Bíblia e levou a Palavra de Deus a pessoas em diferentes locais da Capital Felipe Coimbra Brasília viveu, no segundo domingo de dezembro (14), que celebra o Dia da Bíblia, uma mobilização marcada pela fé. Nesse dia, voluntários da ACASE realizaram uma ampla ação de evangelização, distribuindo mil exemplares da mini Bíblia em diferentes pontos da Capital Federal. A ação passou pela Torre de TV, Parque da Cidade Sarah Kubitschek, Hospital de Base, Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), Setor Park Sul, Taguatinga Shopping e Pier 21. A iniciativa contou com a participação dos voluntários Shirley Araújo, Júnia Nunes, Josa Dias, Carlos De Luca, Marcella De Luca, Manuella De Luca e Maria Eduarda De Luca. Ao longo da manhã e da tarde, o grupo percorreu locais de grande circulação e relevância social, alcançando pessoas em espaços de lazer, comércio e, especialmente, em ambientes hospitalares. As mini Bíblias distribuídas foram confeccionadas pela própria ACASE, reforçando o compromisso da instituição com a disseminação da Palavra de Deus como instrumento de esperança, consolo e fé, especialmente em contextos de vulnerabilidade. A ação foi idealizada e coordenada por Shirley Araújo, diretora de Acolhimento da ACASE, que destacou o caráter simples e profundamente significativo da iniciativa. Para os voluntários, o gesto de entrega se transformou em encontros marcados pela sensibilidade e pela escuta. “Foi uma tarde memorável para a minha família. Vimos o agir de Deus nesse simples ato de distribuição de Bíblias”, afirmou Marcella De Luca, uma das voluntárias participantes. A ACASE reafirma, com ações como essa, sua missão de levar acolhimento social e espiritual, testemunhando a fé cristã por meio de gestos concretos de amor e presença junto à comunidade.

Segunda edição do Natal Solidário da ACASE beneficia 50 famílias no DF e Entorno

Iniciativa levou mais do que cestas natalinas: levou acolhimento, cuidado, solidariedade e a mensagem fundamental do Natal Felipe Coimbra O espírito natalino ganhou forma de solidariedade e cuidado durante o Natal Solidário da ACASE, realizado entre os dias 8 e 23 de dezembro de 2025. A ação beneficiou 50 famílias em situação de vulnerabilidade social, que receberam não apenas alimentos, mas também atenção, carinho e acolhimento em um dos períodos mais simbólicos do ano. Cada família contemplada recebeu uma cesta natalina, composta por cesta básica, uma ave natalina, um panetone e uma caixa de bombom, garantindo uma ceia digna e repleta de significado. Mais do que a entrega dos alimentos, o diferencial da iniciativa esteve na visita dos voluntários da ACASE aos lares das famílias, fortalecendo vínculos já estabelecidos pelo atendimento espiritual e social no hospital. Durante as visitas, também foram entregues doações de roupas, roupas de cama, calçados, brinquedos, mochilas e outros itens essenciais, arrecadados ao longo do ano por meio da mobilização solidária da instituição e de seus parceiros. As famílias atendidas fazem parte do público acolhido pela Tenda do Acolhimento, programa desenvolvido pela ACASE que oferece suporte a crianças em situação hospitalar e seus familiares, em frente ao Hospital Materno Infantil de Brasília. O programa atua de forma humanizada, oferecendo apoio social, emocional e espiritual a famílias que enfrentam momentos delicados devido a tratamentos de saúde. Ao longo de 15 dias, a caravana do Natal Solidário da ACASE percorreu diversas regiões do Distrito Federal e do Entorno de Goiás, passando por Luziânia (GO), Planaltina (GO), Cidade Ocidental (GO), Santa Maria, Riacho Fundo II, Paranoá, Itapoã, Sobradinho, Lago Oeste, Cidade Estrutural, Sol Nascente, Expansão do Setor O e Ceilândia. Cada parada confirmou o compromisso cristão da instituição com o serviço e amor ao próximo, firmados em sua missão e em seus valores. Para o presidente da ACASE, Anderson Olivieri, a ampliação da ação reflete o crescimento e a responsabilidade da instituição: “Ano passado entregamos 33 cestas natalinas. Neste ano, subimos o número para 50 cestas, visitamos diversos lares, em várias cidades do Distrito Federal e de Goiás. Isso é gratificante e revela o nosso compromisso, ano após ano, de ampliar nossa atuação”, destacou. O Natal Solidário da ACASE integra o calendário anual de eventos da instituição e tem, como propósito fundamental, levar a verdadeira mensagem do Natal, que é a chegada do Emanuel – Deus conosco. Que venham, pelos próximos anos, a terceira, a quarta, a quinta… quinquagésima edição!

ACASE participa de solenidade pelos 59 anos do Hospital Materno Infantil de Brasília

Solenidade reuniu autoridades, apresentações artísticas e a entrega de uma placa comemorativa ao hospital. Túlio Vieira O Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB) comemorou, na manhã do dia 25 de novembro, seus 59 anos de história, cuidado e dedicação à saúde materno-infantil do Distrito Federal. A cerimônia oficial, realizada às 10 horas, reuniu autoridades, profissionais de saúde, convidados e representantes de instituições parceiras — entre elas a ACASE, que marcou presença com uma homenagem especial. A solenidade foi aberta pela Banda da Polícia Militar do Distrito Federal, que executou o Hino Nacional. Em seguida, a diretora-geral do HMIB, Dra. Marina da Silveira Araújo, conduziu a programação inicial, ao lado de autoridades como o ex-secretário de Saúde do DF e atual diretor-presidente da Fundação Hemocentro de Brasília, Osnei Okumoto, e os deputados distritaisJorge ViannaeDayse Amarílio, que destacaram a importância do hospital na rede pública de saúde e o impacto do seu atendimento na vida de milhares de famílias. Após as falas das lideranças institucionais do HMIB, o público foi presenteado com uma apresentação artística, com a delicadeza da dança apresentada pela bailarina Débora Campos, que trouxe leveza e beleza artística ao evento. O momento de destaque para a ACASE ocorreu logo depois. O presidente da instituição, Anderson Olivieri, subiu ao palco para entregar uma placa comemorativa à direção do HMIB, em homenagem aos 59 anos do hospital. Em seu discurso, Olivieri ressaltou que os verdadeiros responsáveis pela grandeza da unidade são os seus profissionais — médicos, enfermeiros, técnicos, servidores e voluntários — que diariamente dedicam suas vidas ao cuidado de gestantes, bebês e crianças. “A ACASE se orgulha de fazer parte desta história”, afirmou o presidente, cujo discurso completo está disponível na página 2, na seção Palavra do Presidente. Ele destacou ainda a parceria existente entre a associação e o hospital em ações de acolhimento, solidariedade e apoio às famílias em situação de vulnerabilidade. Encerrando a programação, o escritor Alexandre Parente conduziu um momento poético especialmente preparado para a data, seguido da interpretação de clássicos da Música Popular Brasileira, apresentada por Lilian Zorzetti, do grupo Sinfonia da Saúde. Com aplausos gerais, a solenidade foi encerrada com o tradicional corte do bolo e os parabéns pelos 59 anos do HMIB — um gesto simbólico que celebrou quase seis décadas de serviços essenciais e marcou mais um capítulo importante na trajetória da instituição.

ACASE elege diretoria para triênio 2026-2028

Assembleia define liderança e aprova ampliação do mandato para três anos A ACASE elegeu, em Assembleia Geral Ordinária realizada no dia 24 de novembro, a diretoria que conduzirá a instituição no triênio 2026–2028. A reunião contou com a participação de associados, que definiram os nomes responsáveis pela gestão nos próximos três anos. Anderson Olivieri foi reconduzido à presidência. Também foram reeleitos Yan Victoria, como vice-presidente, e Erika Jarjour, para a secretaria da instituição. A tesouraria terá novo titular: Leonardo Cruz, que assume o posto antes ocupado por Luiz Claudio Maciel. Este, por sua vez, passa a integrar o Conselho Fiscal, ao lado das conselheiras reconduzidas Thaícia Gomes e Fátima Beatriz de Almeida. A suplência do Conselho Fiscal será formada por Alexandre Miguel, Edneia Latorraca e Jacqueline Tavares. A nova diretoria tomará posse no dia 22 de janeiro de 2026. Além da eleição, nesta mesma Assembleia Geral Ordinária, deliberou-se a alteração do Estatuto Social da ACASE, a fim de ampliar o mandato da diretoria de dois para três anos, o que restou aprovado por unanimidade entre os presentes. De acordo com o presidente reeleito, a extensão do mandato amplia as condições de trabalho tanto em organização como em execução. “Percebemos, nesse biênio inaugural da instituição, a dificuldade que é ter de realizar eleição ano sim, ano não. Dessa forma, entendemos por bem propor a ampliação do mandato já vigorando a partir deste próximo mandato, o que foi prontamente aceito pela Assembleia. Nosso desejo é ter uma Acase ainda mais sólida e realizar um serviço ao próximo ainda melhor, para a glória de Deus”, destacou Anderson Olivieri.