Feijoada Solidária: empresas já podem aportar recursos para viabilizar 2ª edição; prazo para captação termina em 5 de agosto

Principal evento de arrecadação da ACASE abre captação de patrocinadores nas categorias Ouro, Prata e Bronze; toda a renda será revertida para ações de acolhimento hospitalar e assistência social. …………………….Talita Moura……………………. Empresas interessadas em associar sua marca à solidariedade e contribuir para a manutenção dos trabalhos sociais da ACASE já podem aderir às cotas de patrocínio da 2ª Feijoada Solidária, que acontecerá no dia 16 de agosto de 2026, das 12h às 17h, na Mansão Monte Viedra, no Park Way, em Brasília. O prazo para captação de patrocinadores se encerra em 5 de agosto. Principal ação anual de arrecadação de recursos da ACASE, a Feijoada Solidária tem como objetivo garantir a continuidade dos programas sociais e evangelísticos desenvolvidos pela instituição ao longo do ano. Toda a renda obtida com o evento é integralmente revertida para iniciativas de acolhimento hospitalar, assistência a famílias em situação de vulnerabilidade, distribuição de alimentos, visitas domiciliares e ações de capelania. A primeira edição da Feijoada Solidária, realizada em 2025, reuniu cerca de 170 participantes e consolidou-se como um importante instrumento de mobilização comunitária e fortalecimento da missão da instituição. Para 2026, a expectativa é ampliar o alcance do evento, atraindo novos parceiros e patrocinadores comprometidos com a responsabilidade social. Segundo a diretoria da ACASE, o apoio das empresas é fundamental para viabilizar a realização da feijoada e potencializar o impacto das ações desenvolvidas durante todo o ano. “Cada patrocinador se torna parte de uma rede de cuidado que alcança crianças hospitalizadas, acompanhantes, famílias em situação de vulnerabilidade e pessoas que enfrentam momentos difíceis de enfermidade. A Feijoada Solidária é muito mais do que um evento; ela sustenta uma missão que acontece todos os dias”, destaca Monique Olivieri, coordenadora de eventos da ACASE. Além do caráter beneficente, o encontro também proporciona um ambiente de confraternização, lazer e relacionamento, reunindo famílias, empresários, voluntários e apoiadores em uma tarde de música, gastronomia e solidariedade. A programação inclui feijoada completa, entradas, bebidas, sobremesas, música ao vivo, sorteio de brindes, piscina com salva-vidas, campo de futebol, quadra de vôlei e futmesa. Cotas de patrocínio disponíveis OURO – R$ 15 mil Patrocinador Master da Feijoada Solidária Benefícios: PRATA – R$ 5 mil Patrocinador de apoio estratégico Benefícios: BRONZE – R$ 2 mil Apoiador institucional Benefícios: Mesa Corporativa Empresas que desejam participar institucionalmente, mas não necessariamente por meio das cotas de patrocínio, também podem aderir à modalidade Mesa Corporativa. Com investimento de R$ 1.000, a empresa recebe 7 ingressos para reunir colaboradores, clientes ou parceiros em um ambiente de confraternização e solidariedade. Além da participação no evento, a organização terá sua presença registrada por meio de menção institucional durante a programação. A modalidade representa uma oportunidade de fortalecer relacionamentos profissionais enquanto apoia diretamente os projetos sociais da ACASE, demonstrando compromisso com a responsabilidade social e com o cuidado de famílias que enfrentam situações de vulnerabilidade. Empresas interessadas em patrocinar ou adquirir uma Mesa Corporativa podem entrar em contato com a ACASE para conhecer os detalhes das modalidades de apoio e garantir participação na 2ª Feijoada Solidária. Serviço 2ª Feijoada Solidária da ACASE📅 16 de agosto de 2026 (domingo)🕛 Das 12h às 17h📍 Mansão Monte Viedra – Park Way (Conjunto 1, Lote 2) Ingressos1º lote: (encerrado)2º lote: R$ 85 (até 1º de agosto)3º lote: R$ 100 (até o dia do evento) 🎁 Crianças de até 6 anos não pagam. ⚠️ 100% da renda será destinada aos trabalhos sociais e evangelísticos da ACASE.

ACASE publica Relatório Financeiro de 2025 e reafirma compromisso com a transparência

Material reúne receitas e despesas do exercício de 2025 e integra a política anual de prestação de contas da instituição. ……………………….Felipe Coimbra…………………….… No dia 16 de março de 2026, a ACASE tornou público o seu Relatório Financeiro referente ao exercício de 2025, documento que reúne as principais informações sobre receitas, despesas e a gestão dos recursos da instituição ao longo do último ano. O relatório foi disponibilizado no site oficial da ACASE e encaminhado aos associados e mantenedores da instituição, como parte do compromisso permanente com a transparência, a responsabilidade administrativa e o respeito às doações recebidas. Esta é a segunda vez que a entidade prepara e publica formalmente o relatório financeiro anual, consolidando uma prática que passa a integrar o conjunto de documentos institucionais divulgados regularmente pela organização. Além do relatório financeiro, a ACASE também elabora anualmente o Relatório de Atividades, documento que apresenta as principais ações sociais e espirituais desenvolvidas pela instituição, especialmente no apoio a crianças e famílias em contexto hospitalar em Brasília. Juntos, esses relatórios formam um importante instrumento de prestação de contas à sociedade e aos mantenedores que sustentam a missão da associação. O Relatório Financeiro 2025 pode ser acessado na página de transparência do site institucional:https://acasedf.org/transparencia/. Para o tesoureiro da ACASE, Leonardo Nobrega, a publicação do documento demonstra o respeito da instituição com todos os atores envolvidos – associados, mantenedores, voluntários, beneficiados e, claro, com Deus. “O documento reforça o compromisso da ACASE com a transparência, a responsabilidade e a boa gestão dos recursos. Entendemos que cada recurso carrega um propósito diante de Deus e das pessoas, sendo aplicado com zelo na nossa missão. Mais do que números, o relatório evidencia o impacto real na vida das famílias atendidas. Tornar essas informações públicas é um ato de prestação de contas, gratidão e fortalecimento da confiança de todos que caminham conosco”. De fato, com a publicação do relatório, a ACASE reafirma seu propósito de conduzir sua atuação social e espiritual com integridade, clareza e responsabilidade, fortalecendo a confiança dos associados, voluntários e parceiros que tornam possível o trabalho de acolhimento e assistência realizado pela instituição.

Continuamos ACASE, mas mudamos

Por Anderson Olivieri* Talvez você esteja surpreso com o anúncio trazido na capa desta edição. Você não leu errado: a ACASE mudou mesmo de nome. Somos, agora, Associação de Capelania e Serviço aos Enfermos. Como sigla, seguimos a mesma ACASE de sempre. A mudança se confirma após quase um ano de reflexão. O nome original, Associação Cristã de Assistência Social e Espiritual, embora agradasse à maioria dos associados, comunicava pouco acerca de “quem somos” e de “o que fazemos” – nisto, todos concordavam. Era um nome genérico. Cinco motivos justificaram a alteração. Primeiro, a necessidade de clareza de identidade. O novo nome define com precisão o principal campo de atuação da ACASE (o ambiente hospitalar); Segundo, o alinhamento com a prática real da instituição. A ACASE, com a alteração, não muda de rumo, mas sintoniza o nome à realidade vivida; Terceiro, o fortalecimento institucional. A nova denominação facilita o reconhecimento por hospitais, parceiros e apoiadores; Quarto, o foco no público-alvo. Ao trazê-lo – “aos enfermos” –, o novo nome dá rosto à missão, colocando a pessoa atendida no centro e reforçando o caráter cristão da obra; Quinto, uma comunicação mais acessível à sociedade. Para quem está de fora, a nova denominação é mais clara quanto ao propósito da instituição. Apresentadas essas razões em assembleia ordinária ocorrida em março deste ano, os associados aprovaram unanimemente a mudança de nome. A única ressalva deles dizia respeito à sigla ACASE, já consolidada e querida dos integrantes. Não devíamos alterá-la. Levei então aos associados a proposta que me agradava e preservava o acrônimo – Associação (A) de Capelania (CA) e Serviço (S) aos Enfermos (E). Paradoxal, é verdade, mas estamos diante de uma mudança que conserva. Ao trocar de nome, a ACASE fortalece a sua essência, constituindo-se agora, de fato e de direito, uma instituição que cuida da espiritualidade dos enfermos e os serve. Nesse aspecto, Cristo é o nosso modelo perfeito de acolhimento, gentileza e dedicação aos doentes, Aquele a quem, em tudo, queremos imitar em nossa missão. Há outros dois exemplos que me inspiram para este novo tempo da ACASE – um do mundo antigo, outro contemporâneo. Tenho me dedicado ao estudo da história da capelania e, por isso, deparei-me com Martinho de Tours (317 – 397 d.C) – para muitos o “fundador” da capelania a partir de seu gesto de doar metade da sua capa a um mendigo ao relento. Homem devoto a Cristo, abriu mão da vida militar em favor do serviço aos pobres e doentes após se converter. Uma trajetória cristã linda e inspiradora. Como também a é de Eleny Vassão, a segunda referência a que me referi. Paulistana com mais de 40 anos de experiência em capelania hospitalar, ela alia chamado ministerial com rigor e conhecimento técnicos para o desempenho do serviço. Experiência e conteúdo acumulados que Eleny compartilha em seus excelentes cursos de formação de capelães, promovidos pela instituição que ela dirige – a Associação de Capelania na Saúde (ACS). Fui seu aluno em um desses cursos, ministrado em maio de 2025, e asseguro: não há nada no Brasil, em capelania hospitalar, comparável ao que Eleny Vassão produz. Nesta 14ª edição do Jornal da Acase, em que anunciamos a nossa nova denominação – Associação de Capelania e Serviço aos Enfermos– tive a alegria de fazer uma entrevista com a Eleny. O conteúdo, imperdível, constitui verdadeira aula de capelania hospitalar. E, para fechar com chave de ouro esta edição especial, no Espaço Lion Dias Padilha, com texto escrito por um convidado, contamos com a colaboração do Dr. Dan Nakamura, médico intensivista, autor do livro Diário de um médico cristão, e profissional que trabalha sob o lema Cuidando da vida com ciência, fé e propósito. Espero que goste. Do nome novo e da edição especial, até aqui, a maior já produzida por nós. Um abraço. *Anderson Olivieri é fundador e presidente da ACASE

ACASE distribui mil mini Bíblias em ação pelo Dia da Bíblia em Brasília

Ação marcou as comemorações do Dia da Bíblia e levou a Palavra de Deus a pessoas em diferentes locais da Capital Felipe Coimbra Brasília viveu, no segundo domingo de dezembro (14), que celebra o Dia da Bíblia, uma mobilização marcada pela fé. Nesse dia, voluntários da ACASE realizaram uma ampla ação de evangelização, distribuindo mil exemplares da mini Bíblia em diferentes pontos da Capital Federal. A ação passou pela Torre de TV, Parque da Cidade Sarah Kubitschek, Hospital de Base, Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), Setor Park Sul, Taguatinga Shopping e Pier 21. A iniciativa contou com a participação dos voluntários Shirley Araújo, Júnia Nunes, Josa Dias, Carlos De Luca, Marcella De Luca, Manuella De Luca e Maria Eduarda De Luca. Ao longo da manhã e da tarde, o grupo percorreu locais de grande circulação e relevância social, alcançando pessoas em espaços de lazer, comércio e, especialmente, em ambientes hospitalares. As mini Bíblias distribuídas foram confeccionadas pela própria ACASE, reforçando o compromisso da instituição com a disseminação da Palavra de Deus como instrumento de esperança, consolo e fé, especialmente em contextos de vulnerabilidade. A ação foi idealizada e coordenada por Shirley Araújo, diretora de Acolhimento da ACASE, que destacou o caráter simples e profundamente significativo da iniciativa. Para os voluntários, o gesto de entrega se transformou em encontros marcados pela sensibilidade e pela escuta. “Foi uma tarde memorável para a minha família. Vimos o agir de Deus nesse simples ato de distribuição de Bíblias”, afirmou Marcella De Luca, uma das voluntárias participantes. A ACASE reafirma, com ações como essa, sua missão de levar acolhimento social e espiritual, testemunhando a fé cristã por meio de gestos concretos de amor e presença junto à comunidade.

Segunda edição do Natal Solidário da ACASE beneficia 50 famílias no DF e Entorno

Iniciativa levou mais do que cestas natalinas: levou acolhimento, cuidado, solidariedade e a mensagem fundamental do Natal Felipe Coimbra O espírito natalino ganhou forma de solidariedade e cuidado durante o Natal Solidário da ACASE, realizado entre os dias 8 e 23 de dezembro de 2025. A ação beneficiou 50 famílias em situação de vulnerabilidade social, que receberam não apenas alimentos, mas também atenção, carinho e acolhimento em um dos períodos mais simbólicos do ano. Cada família contemplada recebeu uma cesta natalina, composta por cesta básica, uma ave natalina, um panetone e uma caixa de bombom, garantindo uma ceia digna e repleta de significado. Mais do que a entrega dos alimentos, o diferencial da iniciativa esteve na visita dos voluntários da ACASE aos lares das famílias, fortalecendo vínculos já estabelecidos pelo atendimento espiritual e social no hospital. Durante as visitas, também foram entregues doações de roupas, roupas de cama, calçados, brinquedos, mochilas e outros itens essenciais, arrecadados ao longo do ano por meio da mobilização solidária da instituição e de seus parceiros. As famílias atendidas fazem parte do público acolhido pela Tenda do Acolhimento, programa desenvolvido pela ACASE que oferece suporte a crianças em situação hospitalar e seus familiares, em frente ao Hospital Materno Infantil de Brasília. O programa atua de forma humanizada, oferecendo apoio social, emocional e espiritual a famílias que enfrentam momentos delicados devido a tratamentos de saúde. Ao longo de 15 dias, a caravana do Natal Solidário da ACASE percorreu diversas regiões do Distrito Federal e do Entorno de Goiás, passando por Luziânia (GO), Planaltina (GO), Cidade Ocidental (GO), Santa Maria, Riacho Fundo II, Paranoá, Itapoã, Sobradinho, Lago Oeste, Cidade Estrutural, Sol Nascente, Expansão do Setor O e Ceilândia. Cada parada confirmou o compromisso cristão da instituição com o serviço e amor ao próximo, firmados em sua missão e em seus valores. Para o presidente da ACASE, Anderson Olivieri, a ampliação da ação reflete o crescimento e a responsabilidade da instituição: “Ano passado entregamos 33 cestas natalinas. Neste ano, subimos o número para 50 cestas, visitamos diversos lares, em várias cidades do Distrito Federal e de Goiás. Isso é gratificante e revela o nosso compromisso, ano após ano, de ampliar nossa atuação”, destacou. O Natal Solidário da ACASE integra o calendário anual de eventos da instituição e tem, como propósito fundamental, levar a verdadeira mensagem do Natal, que é a chegada do Emanuel – Deus conosco. Que venham, pelos próximos anos, a terceira, a quarta, a quinta… quinquagésima edição!

ACASE participa de solenidade pelos 59 anos do Hospital Materno Infantil de Brasília

Solenidade reuniu autoridades, apresentações artísticas e a entrega de uma placa comemorativa ao hospital. Túlio Vieira O Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB) comemorou, na manhã do dia 25 de novembro, seus 59 anos de história, cuidado e dedicação à saúde materno-infantil do Distrito Federal. A cerimônia oficial, realizada às 10 horas, reuniu autoridades, profissionais de saúde, convidados e representantes de instituições parceiras — entre elas a ACASE, que marcou presença com uma homenagem especial. A solenidade foi aberta pela Banda da Polícia Militar do Distrito Federal, que executou o Hino Nacional. Em seguida, a diretora-geral do HMIB, Dra. Marina da Silveira Araújo, conduziu a programação inicial, ao lado de autoridades como o ex-secretário de Saúde do DF e atual diretor-presidente da Fundação Hemocentro de Brasília, Osnei Okumoto, e os deputados distritaisJorge ViannaeDayse Amarílio, que destacaram a importância do hospital na rede pública de saúde e o impacto do seu atendimento na vida de milhares de famílias. Após as falas das lideranças institucionais do HMIB, o público foi presenteado com uma apresentação artística, com a delicadeza da dança apresentada pela bailarina Débora Campos, que trouxe leveza e beleza artística ao evento. O momento de destaque para a ACASE ocorreu logo depois. O presidente da instituição, Anderson Olivieri, subiu ao palco para entregar uma placa comemorativa à direção do HMIB, em homenagem aos 59 anos do hospital. Em seu discurso, Olivieri ressaltou que os verdadeiros responsáveis pela grandeza da unidade são os seus profissionais — médicos, enfermeiros, técnicos, servidores e voluntários — que diariamente dedicam suas vidas ao cuidado de gestantes, bebês e crianças. “A ACASE se orgulha de fazer parte desta história”, afirmou o presidente, cujo discurso completo está disponível na página 2, na seção Palavra do Presidente. Ele destacou ainda a parceria existente entre a associação e o hospital em ações de acolhimento, solidariedade e apoio às famílias em situação de vulnerabilidade. Encerrando a programação, o escritor Alexandre Parente conduziu um momento poético especialmente preparado para a data, seguido da interpretação de clássicos da Música Popular Brasileira, apresentada por Lilian Zorzetti, do grupo Sinfonia da Saúde. Com aplausos gerais, a solenidade foi encerrada com o tradicional corte do bolo e os parabéns pelos 59 anos do HMIB — um gesto simbólico que celebrou quase seis décadas de serviços essenciais e marcou mais um capítulo importante na trajetória da instituição.

ACASE elege diretoria para triênio 2026-2028

Assembleia define liderança e aprova ampliação do mandato para três anos A ACASE elegeu, em Assembleia Geral Ordinária realizada no dia 24 de novembro, a diretoria que conduzirá a instituição no triênio 2026–2028. A reunião contou com a participação de associados, que definiram os nomes responsáveis pela gestão nos próximos três anos. Anderson Olivieri foi reconduzido à presidência. Também foram reeleitos Yan Victoria, como vice-presidente, e Erika Jarjour, para a secretaria da instituição. A tesouraria terá novo titular: Leonardo Cruz, que assume o posto antes ocupado por Luiz Claudio Maciel. Este, por sua vez, passa a integrar o Conselho Fiscal, ao lado das conselheiras reconduzidas Thaícia Gomes e Fátima Beatriz de Almeida. A suplência do Conselho Fiscal será formada por Alexandre Miguel, Edneia Latorraca e Jacqueline Tavares. A nova diretoria tomará posse no dia 22 de janeiro de 2026. Além da eleição, nesta mesma Assembleia Geral Ordinária, deliberou-se a alteração do Estatuto Social da ACASE, a fim de ampliar o mandato da diretoria de dois para três anos, o que restou aprovado por unanimidade entre os presentes. De acordo com o presidente reeleito, a extensão do mandato amplia as condições de trabalho tanto em organização como em execução. “Percebemos, nesse biênio inaugural da instituição, a dificuldade que é ter de realizar eleição ano sim, ano não. Dessa forma, entendemos por bem propor a ampliação do mandato já vigorando a partir deste próximo mandato, o que foi prontamente aceito pela Assembleia. Nosso desejo é ter uma Acase ainda mais sólida e realizar um serviço ao próximo ainda melhor, para a glória de Deus”, destacou Anderson Olivieri.

Josa Dias, a vovó mais querida do HMIB

Na edição passada, o Jornal da Acase inaugurou o espaço Vidas em foco, dedicado a contar um pouco sobre a trajetória dos acolhidos da Acase. Nesta edição nº. 11, também destacaremos aqueles que têm feito a Acase acontecer: nossos voluntários. Dessa forma, de agora em diante, Vidas em foco e Voluntários em foco se alternarão neste espaço que tem um só objetivo: contar histórias de vidas – ora vidas que chegam até nós para serem acolhidas, ora vidas que acolhem. Quem estreia o espaço é a catarinense Josa Dias, voluntária da Acase desde abril de 2025. *** Ela é Josa Dias, mais conhecida por nós, da Acase, como Dona Jô ou simplesmente Jô. Mas nem pense em chamá-la por um desses nomes enquanto está acolhendo uma criança no Hospital Materno Infantil de Brasília. Afinal, nesses momentos, ela só atende por um nome: Vovó Aurora. Natural de Xanxerê, no oeste de Santa Catarina, Josa viveu durante 54 anos em sua cidade natal. Na infância, viu os pais se separarem – tristeza que não tirou por completo o brilho da fase: “Tive uma infância divertida”, registra. Nesse tempo, além do amor da mãe e dos quatro irmãos, Josa desfrutava em casa da presença carinhosa da tia – a quem considera uma segunda mãe – e da avó. Essas mulheres foram as responsáveis por guiar Josa e seus irmãos ao melhor caminho: o de Cristo. A presença da fé e da igreja nos primeiros anos de vida marcaram-na para sempre. Uma de suas mais fortes lembranças está nos socorros que os irmãos da igreja ofereciam à família. Era por meio dessa comunidade que, muitas vezes, o alimento chegava à mesa daquela família numerosa e privada de um provedor. Esse apoio se intensificou quando a mãe de Josa sofreu um derrame cerebral que prejudicou severamente a sua saúde. “A igreja foi nota mil em nossa vida material e espiritual”, revela. Com isso, família e fé logo se transformaram nas células mais importantes da vida de Josa. Não demoraria para que ambas se unissem em um só propósito. Primeiro, adoeceu a tia considerada segunda mãe. Lá foi Dona Jô cuidar dela nas internações. Depois, a própria mãe, diagnosticada com hidrocefalia, tornou-se frequente no hospital – responsabilidade de idas e vindas que recaiu sobre Josa. Nessa época, por ser professora de escola dominical na igreja, ela participou de um projeto chamado “Construindo valores” que lhe oportunizou fazer um curso de capelania hospitalar – ambiente ao qual Josa já conhecia muito bem. Unindo a experiência pessoal de quem conhecia bem a dura realidade hospitalar com a capacitação técnica recebida para falar de Jesus aos enfermos, Dona Jô passou a fazer o trabalho de visitação a leitos de hospitais, sempre acompanhada do fantoche, estratégia da qual até hoje ela se vale para contar histórias e falar do Evangelho aos doentes. Josa não teve dúvidas: ela amava o que fazia e nisso estava o seu chamado ministerial. Porém, com a mudança para Brasília de uma das filhas e a saudade das netas, Dona Jô decidiu encaixotar o fantoche e também se mudar para a Capital da República. Tinha certeza de se tratar de uma despedida definitiva – nunca mais faria trabalho em hospitais com fantoches, acreditava. Tanto que se mudou para Brasília de mala e cuia – mas mala sem os fantoches, que permaneceram em Xanxerê. Aqui, porém, logo que chegou, soube pelo pastor da igreja de um trabalho desenvolvido em hospital infantil pela Acase. Sentiu o coração queimar e decidiu conhecer o projeto. Na primeira visita, ela já se encantou pelo ministério – e os irmãos da Acase por ela. O convite para que se tornasse uma voluntária da Acase aconteceu de cara, bem como o aceite de Dona Jô, que não demorou a revelar seu traquejo com fantoches. Esse talento não seria desperdiçado, e todos na Acase logo encorajaram Dona Jô a dar um jeito de fazer chegar a Brasília os fantoches. Assim, ela, Vovó Aurora, a vovó mais amada do HMIB, não demorou a desembarcar na Capital Federal. De touca colorida e babador na mesma estampa sobre uma camisa amarela, com cabelinhos brancos escapando pelas laterais, Vovó Aurora é o fantoche com o qual Dona Jô cativa as crianças do hospital. E assim, entre risadas infantis e olhos marejados, Josa Dias reafirma o que sempre soube: que o dom da vida é servir. Porque, no fundo, a Vovó Aurora não é apenas um fantoche — é um espelho da alma de uma mulher que aprendeu, desde cedo, que cuidar do outro é a forma mais bonita de adorar a Deus.

Um ano, dez histórias: Tenda do Acolhimento é refúgio de fé e cuidado

Em 12 meses de funcionamento, completados em setembro, Tenda no HMIB já acolheu centenas de famílias; Jornal da Acase reúne 10 depoimentos que revelam o poder do cuidado e da fé “No começo deste ano, as minhas bebês gêmeas tiveram bronquiolite e ficaram no HMIB. Foi uma internação longa, de meses, e, lá, eu me sentia sozinha, sem ninguém para conversar. Foi quando conheci a Tenda do Acolhimento da Acase e os seus voluntários. Isso mudou por completo os meus dias ali, porque eles me acolheram de uma maneira incrível. Sempre com muito carinho, eles oravam por mim e pelas minhas filhas. Havia dias em que eu estava muito mal e eles não estavam no hospital, então eu ligava para um deles, que conversava comigo, orava, e isso me acalmava tanto… Quando a alta chegou, recebemos a visita da Acase em nossa casa. Levaram doações, uma linda mensagem e oração. Só Deus mesmo para retribuir tudo o que Acase fez e tem feito por nós.” (Maria Fernanda, Planaltina – DF) “Eu não sou de Brasília. Vim da Bahia na esperança de encontrar um tratamento para a minha filha. Chegamos aqui só nós três: eu, minha esposa e a bebê. Os sentimentos de solidão e medo foram inevitáveis. Mas logo nos primeiros dias fomos acolhidos pelo pessoal da ACASE lá na Tenda do Acolhimento. Eles foram presente de Deus para nós, e aquele espaço o nosso refúgio para momentos de desabafo, oração e consolo. Quando larguei tudo na Bahia para vir a Brasília em busca de tratamento da neném, eu sentia que Deus nos daria o amparo e o suporte. Não imaginava que grande parte disso viria por meio de um pessoal que se instala debaixo de uma tenda para ajudar os outros. Que esse trabalho continue por muitos e muitos anos” (Itamar Rocha, Buritirama – BA) “Nós somos de Unaí (MG). Passávamos por um momento delicado. A minha filha havia nascido prematura, com 645 gramas e 31 centímetros. Isso nos obrigou a ficar em Brasília por um longo tempo. Conseguimos uma casa de apoio, onde eu e minha mãe dormíamos. Durante o dia, íamos para o hospital. Certo dia, minha mãe foi acolhida do lado de fora do hospital pelo pessoal da Acase. Eu estava recém-operada da cesárea e, sem poder andar grandes distâncias, tínhamos de pega Uber todo dia, mesmo sem condições para isso. A Acase apareceu nesse momento e nos ajudou com recursos e doações. Essa ajuda se repetiu algumas vezes. De vez em quando mandamos fotos da Maria Cecília aos voluntários da Acase, para que vejam como ela está grande e saudável. Somos muito gratos à Tenda do Acolhimento, esse espaço de amor no hospital.” (Izabele Araújo, Unaí – MG) “Foi muito especial para a minha família ter conhecido a Tenda do Acolhimento. Nesse dia eu estava no HMIB com o meu filho e recebi o acolhimento através da oração e do pagamento da minha conta de luz, que estava atrasada. Desse momento em diante, a Acase esteve comigo durante todos os momentos da minha vida, até quando não estavam fisicamente. Certo dia, eu estava muito triste, me sentindo sozinha, fiz questionamentos a Deus, e aí eu decidi entrar no Instagram. Foi quando vi que fazia 2 minutos que a Acase havia publicado um vídeo, com orações pelas pessoas acolhidas. E lá nesse vídeo estava o meu nome e o da minha família. Nesse momento eu soube que eu nunca mais ficaria sozinha, porque Deus havia me presenteado com irmãos em Cristo. Louvo a Deus pela Acase e pela Tenda do Acolhimento”. (Andressa Rodrigues, Luziânia – GO) “No momento em que eu mais estava precisando – desempregada e com a minha bebê pequena –, a Tenda do Acolhimento, da Acase, apareceu para me socorrer, com cesta básica e auxílio aluguel emergencial. Eu já estava desesperada, sem saber o que fazer, e Deus colocou esse projeto em meu caminho. Eles me estenderam as mãos com essas ajudas e o principal: com orações. O meu desejo é que a Tenda possa se expandir cada vez mais, pelos próximos anos” (Larissa de Souza, Planaltina – DF) “Perdi a minha filha no HMIB. Ela era bebê, tinha cinco meses e, por causa de uma bronquiolite aguda, faleceu. Nesse dia, o meu chão abriu. A minha esposa se desesperou. Só conseguimos encontrar algum consolo quando fomos acolhidos pelo pessoal da Tenda do Acolhimento, da Acase. Só posso dizer uma coisa: é um trabalho de Deus, o desse pessoal. Sou muito grato a eles” (Emerson Lima, Valparaíso – GO) “Conheci a Tenda do Acolhimento no primeiro dia de funcionamento do espaço no hospital. Já fazia mais de um ano que eu frequentava o HMIB por causa do acompanhamento médico do meu filho. Nesse dia, por curiosidade, fui à Tenda para saber do que se tratava. Fiquei profundamente tocada. A oração que recebi mexeu tanto comigo que saí de lá chorando, agradecendo a Deus pela certeza de que eu não estava sozinha, Ele era comigo. Que este trabalho complete dezenas de outros aniversários”. (Mariza Leite, Guará – DF) “O meu neto faz tratamento aqui no HMIB, e eu sempre venho com ele. Um dia eu estava triste e o deixei lá dentro com a minha filha. Fui para fora, respirar um ar puro. Lá, fui acolhida pelo pessoal da Tenda. Em meia hora, eu havia contado a minha vida, minhas dores… Eles oraram por mim, me deram um livro maravilhoso… Não sei explicar direito, confio e creio em Deus, mas não tenho religião. Porém esse dia foi impactante. Voltei para dentro do hospital me sentindo outra pessoa, como que renovada. Dali em diante, sempre que vou ao HMIB, visito a Tenda do Acolhimento. É um lugar de paz.”. (Geraldina Souza, Alto Paraíso – GO) “Sempre há anjos de Deus nos hospitais. Os do HMIB vestem colete verde, e certo dia me abençoaram”. (Mauro Pontes, Sobradinho – DF)“É com imensa satisfação e profundo reconhecimento que a Coordenação do Voluntariado do HMIB celebra o primeiro aniversário desta parceria simbolizada pela Tenda do Acolhimento. A … Ler mais

Acase investe em capacitação e matricula 13 voluntários em curso de capelania hospitalar referência no Brasil

Treinamento amplia a atuação da equipe em escuta, cuidado e conforto em ambientes de saúde Mariana Carvalho Com o propósito de fortalecer sua missão de oferecer apoio espiritual e emocional a crianças e familiares em situação hospitalar, a Associação Cristã de Assistência Social e Espiritual (ACASE) matriculou 13 voluntários no Curso de Capelania Hospitalar Nível 1, promovido pela Associação Capelania na Saúde, de São Paulo. O curso, coordenado pela experiente capelã Eleny Vassão, é reconhecido por sua abordagem prática e bíblica no preparo de pessoas para o ministério de presença e cuidado nos ambientes hospitalares. A formação inclui fundamentos teológicos, princípios éticos, habilidades de escuta ativa e técnicas de acolhimento para quem deseja atuar em capelania, oferecendo conforto, oração e palavras de esperança a quem enfrenta enfermidades. Segundo a diretoria da ACASE, a iniciativa faz parte de um plano de aprimoramento da atuação dos voluntários que servem na Tenda do Acolhimento e nas visitas aos leitos hospitalares. “Queremos que nossos voluntários estejam cada vez mais preparados para ouvir, consolar e levar a mensagem de Cristo de forma sensível e responsável. A capacitação é um investimento que reflete diretamente na qualidade do cuidado que oferecemos”, destacou Érika Jarjour, diretora de Programas da entidade. O time que participa da formação já atua pela ACASE em frentes de acolhimento no Hospital Materno Infantil de Brasília, e a expectativa é que, com o aprendizado, o serviço seja ainda mais eficaz e humanizado. “A formação amplia nossa capacidade de ouvir, acolher e compartilhar a mensagem de Cristo. Decidimos pelo curso da ACS porque eu tive o privilégio de fazê-lo e atestar a excelência do conteúdo, do material e da estrutura deles”, ressaltou Anderson Olivieri, presidente da ACASE. Integram a primeira turma da ACASE neste Curso de Capelania Hospitalar Nível 1 os seguintes voluntários: Romilda Lopes, Marcelle Coutinho, Marcella De Luca, Josa Dias, Cilsa Tavares, Fátima Beatriz de Almeida, Yan Victoria, Bárbara Fernandes, Júnia Nunes, Shirley Araújo, Monique Olivieri, Érika Jarjour e Ludmila Coimbra. Com essa iniciativa, a ACASE reafirma seu compromisso de servir com dedicação e de continuar sendo um canal de amor e consolo para aqueles que mais precisam.