ACASE promove Semana Ler é um remédio e impacta centenas de crianças com literatura e esperança

Mais de mil livros, dezenas de voluntários e um propósito: transformar dor em esperança por meio da leitura e do Evangelho. Entre os dias 6 e 10 de abril, a ACASE realizou a edição 2026 da Semana Ler é um remédio, mobilizando voluntários e parceiros em uma grande ação de incentivo à leitura. A iniciativa aconteceu em três frentes: na Tenda do Acolhimento, no Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), nos dias 6, 8 e 9; no Hospital da Criança de Brasília (HCB), no dia 7; e, no dia 10, no Projeto PIB Viver, promovido pela Primeira Igreja Batista no Guará, com crianças em situação de vulnerabilidade social da Cidade Estrutural (DF). A Semana Ler é um remédio consiste na intensificação do programa permanente da ACASE, que utiliza a literatura cristã como instrumento de cuidado, consolo e evangelização. Durante a ação, cerca de 1.200 livros foram distribuídos, sendo mais de 700 destinados ao público infantil. Ao todo, 19 voluntários se revezaram ao longo da semana para levar não apenas livros, mas também atenção, carinho e palavras de esperança às crianças e suas famílias. Só no HMIB, mais de 500 pessoas, entre crianças e adultos, pacientes internados e apenas em consulta, receberam algum tipo de literatura cristã. O acolhido Wellington Fernandes Xavier, morador de Brazlândia e pai da garotinha Y.I.P, de 9 anos, paciente renal crônica, destacou o valor do presente recebido: “Eu recebi uma Bíblia e um livro de mensagens curtas que, já no ônibus, voltando para casa, li quase metade. Saí do hospital muito triste com o que ouvi dos médicos, mas a leitura do livro renovou as minhas esperanças e aumentou a minha fé”. Vice-presidente da Acase, Yan Victoria, que participou com os filhos Paulo e Tito e a esposa Thaícia do quarto dia da ação, celebra os resultados colhidos na edição 2026 da Semana Ler é um remédio: “É o segundo ano da Semana e, pela segunda vez, nos emocionamos em notar como uma literatura e um sorriso dados fazem a diferença para quem está no ambiente hospitalar. Nós acreditamos nesta ação e no poder desses livros de transformar histórias”. O encerramento da semana aconteceu no Projeto PIB Viver, com crianças da Cidade Estrutural, em um momento marcado por alegria e acolhimento. Viviane Santoro, responsável pelo projeto, celebrou a parceria: “Foi muito além das nossas expectativas. Somos gratos pelo carinho de terem vindo encerrar a Semana Ler é um remédio com nossas crianças da Estrutural”. A realização da Semana Ler é um remédio contou com o apoio essencial de uma parceira frequente da ACASE: a Sociedade Bíblica do Brasil, responsável pela doação de mais de mil livros, o que possibilitou a ampliação do alcance da ação neste ano. Além de incentivar a leitura no árido ambiente hospitalar, a Semana Ler é um remédio configura-se um importante instrumento da ACASE para levar esperança, fé e cuidado a quem enfrenta momentos de fragilidade, transformando histórias em ferramenta de cura e presença. ACASE leva Semana Ler é um remédio ao Hospital da Criança Distribuição de livros infantis e reconhecimento institucional marcam participação da entidade na Semana “Ler é um remédio”. “Tenho um carinho especial por este lugar”. Estas foram as primeiras palavras do presidente da ACASE, Anderson Olivieri, aos voluntários que o acompanhavam naquela tarde de 7 de abril, na visita ao Hospital da Criança de Brasília (HCB), para uma ação especial da ACASE dentro da programação da Semana Ler é um remédio. O motivo da afeição ao local se explica pelo fato de Olivieri ser pai de criança em tratamento oncológico, especialidade que o Hospital da Criança é uma referência nacional. A presença da ACASE no local, pela primeira vez, aconteceu por ocasião da Semana Ler é um remédio. Autorizada pela direção do voluntariado do HCB, a instituição distribuiu ao público infantil no local, durante toda a tarde, mais de 250 exemplares de literatura cristã. Entre os títulos distribuídos pelos voluntários da ACASE estavam Bia e as bonecas e Tuca ficou doente, e agora?, ambos de autoria de Anderson Olivieri. As obras foram pensadas para dialogar diretamente com o universo infantil em contexto de enfermidade, abordando sentimentos como medo, dor e esperança de forma sensível e acessível. A experiência impactou profundamente os voluntários envolvidos. Júnia Nunes, coordenadora da Tenda do Acolhimento, destacou a dimensão espiritual da ação: “Eu me sinto muito abençoada por participar deste projeto da Semana Ler é um remédio, estou com o coração transbordando de gratidão a Deus por tão grande privilégio”. O reconhecimento também veio do próprio Hospital da Criança. Em carta de agradecimento assinada pela coordenadora de voluntariado do HCB, Suely Nascimento de Lemos, iniciativa foi valorizada: “Ações solidárias como a de vocês são fundamentais para fortalecer o nosso trabalho e contribuir significativamente para o bem-estar dos pacientes em um momento tão delicado”. Quem também vibrou com a ação foram os pais das crianças que ganharam livros enquanto esperavam atendimento ou durante a infusão de medicamentos. Eliane Freire, mãe de uma paciente graciosa de 2 anos de idade, exaltou o trabalho da ACASE: “Minha filha amou o livro. Que trabalho lindo! Não parem essa obra”. Disto não há dúvidas: a ACASE continuará com o programa Ler é um remédio e, anualmente, com a Semana que tem abençoado milhares de vidas. Continuará, pretende-se, inclusive no HCB, se estas portas continuarem gentilmente se abrindo para nós.

Um ano, dez histórias: Tenda do Acolhimento é refúgio de fé e cuidado

Em 12 meses de funcionamento, completados em setembro, Tenda no HMIB já acolheu centenas de famílias; Jornal da Acase reúne 10 depoimentos que revelam o poder do cuidado e da fé “No começo deste ano, as minhas bebês gêmeas tiveram bronquiolite e ficaram no HMIB. Foi uma internação longa, de meses, e, lá, eu me sentia sozinha, sem ninguém para conversar. Foi quando conheci a Tenda do Acolhimento da Acase e os seus voluntários. Isso mudou por completo os meus dias ali, porque eles me acolheram de uma maneira incrível. Sempre com muito carinho, eles oravam por mim e pelas minhas filhas. Havia dias em que eu estava muito mal e eles não estavam no hospital, então eu ligava para um deles, que conversava comigo, orava, e isso me acalmava tanto… Quando a alta chegou, recebemos a visita da Acase em nossa casa. Levaram doações, uma linda mensagem e oração. Só Deus mesmo para retribuir tudo o que Acase fez e tem feito por nós.” (Maria Fernanda, Planaltina – DF) “Eu não sou de Brasília. Vim da Bahia na esperança de encontrar um tratamento para a minha filha. Chegamos aqui só nós três: eu, minha esposa e a bebê. Os sentimentos de solidão e medo foram inevitáveis. Mas logo nos primeiros dias fomos acolhidos pelo pessoal da ACASE lá na Tenda do Acolhimento. Eles foram presente de Deus para nós, e aquele espaço o nosso refúgio para momentos de desabafo, oração e consolo. Quando larguei tudo na Bahia para vir a Brasília em busca de tratamento da neném, eu sentia que Deus nos daria o amparo e o suporte. Não imaginava que grande parte disso viria por meio de um pessoal que se instala debaixo de uma tenda para ajudar os outros. Que esse trabalho continue por muitos e muitos anos” (Itamar Rocha, Buritirama – BA) “Nós somos de Unaí (MG). Passávamos por um momento delicado. A minha filha havia nascido prematura, com 645 gramas e 31 centímetros. Isso nos obrigou a ficar em Brasília por um longo tempo. Conseguimos uma casa de apoio, onde eu e minha mãe dormíamos. Durante o dia, íamos para o hospital. Certo dia, minha mãe foi acolhida do lado de fora do hospital pelo pessoal da Acase. Eu estava recém-operada da cesárea e, sem poder andar grandes distâncias, tínhamos de pega Uber todo dia, mesmo sem condições para isso. A Acase apareceu nesse momento e nos ajudou com recursos e doações. Essa ajuda se repetiu algumas vezes. De vez em quando mandamos fotos da Maria Cecília aos voluntários da Acase, para que vejam como ela está grande e saudável. Somos muito gratos à Tenda do Acolhimento, esse espaço de amor no hospital.” (Izabele Araújo, Unaí – MG) “Foi muito especial para a minha família ter conhecido a Tenda do Acolhimento. Nesse dia eu estava no HMIB com o meu filho e recebi o acolhimento através da oração e do pagamento da minha conta de luz, que estava atrasada. Desse momento em diante, a Acase esteve comigo durante todos os momentos da minha vida, até quando não estavam fisicamente. Certo dia, eu estava muito triste, me sentindo sozinha, fiz questionamentos a Deus, e aí eu decidi entrar no Instagram. Foi quando vi que fazia 2 minutos que a Acase havia publicado um vídeo, com orações pelas pessoas acolhidas. E lá nesse vídeo estava o meu nome e o da minha família. Nesse momento eu soube que eu nunca mais ficaria sozinha, porque Deus havia me presenteado com irmãos em Cristo. Louvo a Deus pela Acase e pela Tenda do Acolhimento”. (Andressa Rodrigues, Luziânia – GO) “No momento em que eu mais estava precisando – desempregada e com a minha bebê pequena –, a Tenda do Acolhimento, da Acase, apareceu para me socorrer, com cesta básica e auxílio aluguel emergencial. Eu já estava desesperada, sem saber o que fazer, e Deus colocou esse projeto em meu caminho. Eles me estenderam as mãos com essas ajudas e o principal: com orações. O meu desejo é que a Tenda possa se expandir cada vez mais, pelos próximos anos” (Larissa de Souza, Planaltina – DF) “Perdi a minha filha no HMIB. Ela era bebê, tinha cinco meses e, por causa de uma bronquiolite aguda, faleceu. Nesse dia, o meu chão abriu. A minha esposa se desesperou. Só conseguimos encontrar algum consolo quando fomos acolhidos pelo pessoal da Tenda do Acolhimento, da Acase. Só posso dizer uma coisa: é um trabalho de Deus, o desse pessoal. Sou muito grato a eles” (Emerson Lima, Valparaíso – GO) “Conheci a Tenda do Acolhimento no primeiro dia de funcionamento do espaço no hospital. Já fazia mais de um ano que eu frequentava o HMIB por causa do acompanhamento médico do meu filho. Nesse dia, por curiosidade, fui à Tenda para saber do que se tratava. Fiquei profundamente tocada. A oração que recebi mexeu tanto comigo que saí de lá chorando, agradecendo a Deus pela certeza de que eu não estava sozinha, Ele era comigo. Que este trabalho complete dezenas de outros aniversários”. (Mariza Leite, Guará – DF) “O meu neto faz tratamento aqui no HMIB, e eu sempre venho com ele. Um dia eu estava triste e o deixei lá dentro com a minha filha. Fui para fora, respirar um ar puro. Lá, fui acolhida pelo pessoal da Tenda. Em meia hora, eu havia contado a minha vida, minhas dores… Eles oraram por mim, me deram um livro maravilhoso… Não sei explicar direito, confio e creio em Deus, mas não tenho religião. Porém esse dia foi impactante. Voltei para dentro do hospital me sentindo outra pessoa, como que renovada. Dali em diante, sempre que vou ao HMIB, visito a Tenda do Acolhimento. É um lugar de paz.”. (Geraldina Souza, Alto Paraíso – GO) “Sempre há anjos de Deus nos hospitais. Os do HMIB vestem colete verde, e certo dia me abençoaram”. (Mauro Pontes, Sobradinho – DF)“É com imensa satisfação e profundo reconhecimento que a Coordenação do Voluntariado do HMIB celebra o primeiro aniversário desta parceria simbolizada pela Tenda do Acolhimento. A … Ler mais