ACASE se faz presente na dor de seus acolhidos

Para a ACASE, acolher vai além de receber pessoas em situação hospitalar na Tenda do Acolhimento. Acolher é caminhar junto do acolhido enquanto durar a situação hospitalar e, dentro das possibilidades da entidade, suprir os acolhidos vulneráveis nas demandas sociais. Foi o que aconteceu em outubro com Jonata Erimar, pai de Maitê Lavine. A bebê nasceu prematura e, durante 11 dias, lutou pela vida. A ACASE deu ao pai, que visitou a Tenda um dia após o nascimento, todo o suporte durante o período. Com o falecimento da bebê, Jonata Erimar manifestou o desejo de dar um enterro digno à filha. A associação seguiu presente, arcando com os custos do serviço funerário e celebrando o culto de despedida, na capela 8, do Campo da Esperança da Asa Sul.

Associação lança “Cartilha de Acolhimento da ACASE – A arte de acolher bem”

Em outubro, foi lançada, em versões física e digital, a 1ª edição da Cartilha de Acolhimento da ACASE – A arte de acolher bem. Destinado aos voluntários da associação, o documento traz informações importantes, como as condutas exigidas dos voluntários nos programas da entidade; a missão, visão e valores da ACASE; e as formas de ajudar a associação. A Cartilha é de observância obrigatória para todos os colaboradores e voluntários da ACASE.

ACASE firma parceria com Sociedade Bíblica do Brasil

Uma importante conquista para a ACASE! No começo de outubro, a entidade assinou contrato de parceria e colaboração, válido por cinco anos, com a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). A entidade nacional, fundada em 1948 e referência em distribuição de livros cristãos, reconheceu “a relevância do serviço de assistência social que a conveniada (ACASE) realiza junto às famílias e indivíduos em situações de vulnerabilidade ou risco social e pessoal” e comprometeu-se em atuar conjuntamente nos projetos desenvolvidos pela ACASE, por meio de repasse de materiais de apoio.

Tenda do Acolhimento é instalada no HMIB, e voluntários comemoram resultados

Mariana Carvalho O dia 19 de setembro deste ano foi histórico para a ACASE: nessa data, começou a funcionar, na área externa do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), a Tenda do Acolhimento – programa que nasce com a missão de ser um recanto de descanso e consolo às pessoas em situação hospitalar. Essa história teve início em maio deste ano, quando o projeto foi proposto pela ACASE à Coordenadoria de Voluntariado do HMIB. Esta, juntamente com a direção geral do Hospital e a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, autorizou o trabalho de acolhimento. Desde a inauguração até o dia 31 de outubro, já foram atendidas na Tenda do Acolhimento pouco mais de 30 pessoas, entre pacientes, familiares de enfermos internados e servidores do HMIB. O acolhimento leva, em média, 10 minutos e é conduzido por um voluntário da ACASE, que recebe o visitante, convida-o para se sentar e, em seguida, se coloca à disposição para ouvi-lo quanto às suas dores, angústias, medos e dificuldades. Ákilla Rocha, de 27 anos, moradora da Estrutural e mãe de 4 filhos, foi uma das usuárias dos serviços da Tenda do Acolhimento. Ela buscou o espaço no dia 25 de setembro, após levar o filho de 7 anos a uma consulta no pronto-socorro do HMIB. “Meu filho está com um caroço na costela que não para de crescer. Eu me sentia aflita, nervosa e com muito medo naquele dia. Fui à Tenda, e o pessoal me acolheu com amor e carinho. Depois, continuaram em contato, perguntando do meu filho. Também nos visitaram em casa, levando cesta básica e oração”, conta Ákilla. A experiência estendida vivida pela acolhida, com visita ao lar, é uma das marcas da Tenda do Acolhimento. A ACASE possui em sua estrutura o programa social Casa de Jairo, em que voluntários da entidade identificam, durante o acolhimento no hospital, a necessidade de um suporte social ao acolhido. Assim, é marcada uma visita à casa da pessoa – oportunidade em que são ofertados ao acolhido, além de um abraço e uma oração, itens como cesta básica, fraldas, remédios, vestuários para crianças, entre outros.      No mesmo dia do atendimento da jovem Ákilla, Jonata Erimar, de 23 anos, abrigou-se na Tenda do Acolhimento após sua filha, Maitê Lavine, nascer prematura na madrugada, pesando 600 gramas e lutando pela vida. Jonata, angustiado com a situação da filha, abriu o coração aos voluntários da ACASE e chorou seus medos. “Saí da Tenda um tempo depois com o coração em paz e com a sensação de que não estava mais sozinho, mas acompanhado de Deus e dos amigos da associação”, revela Jonata. Uma semana depois, Jonata e a esposa, já de alta hospitalar, também receberam a visita em casa de voluntários da associação e doações. A Tenda do Acolhimento tem sido montada às quintas-feiras, das 7h às 12h da manhã, no canteiro de grama em frente à entrada principal do HMIB. A meta da ACASE é, até o final do ano, ampliar a presença no hospital para as manhãs das terças-feiras. Para 2025, os planos passam por disponibilizar o serviço da Tenda para todos os dias úteis da semana. Shirley Araújo, uma das voluntárias do espaço, destaca como a Tenda do Acolhimento tem feito um trabalho importante, não só no amparo afetivo, espiritual e social, mas também na conscientização médica dos acolhidos. “Recebemos uma gestante na Tenda diagnosticada com depressão. Ela havia se consultado com a psiquiatra e não queria seguir as orientações médicas para tomar medicação. No acolhimento, nós a encorajamos a fazer o tratamento conforme indicado pela médica, fazendo o uso dos medicamentos prescritos. Ela saiu de lá convencida disso. Foi uma vitória”, conta Shirley. Outro grupo que tem se beneficiado da Tenda do Acolhimento é o dos servidores do HMIB. Muitos deles têm procurado o espaço em busca de amparo emocional e oração. Especialista em Saúde-Administradora e servidora de carreira da Secretaria da Saúde, Sabrina Paiva Mourão valoriza o trabalho da ACASE no hospital: “A iniciativa da Tenda fortalece a cultura de acolhimento e cuidado integral, beneficiando toda a comunidade hospitalar”. Esta é exatamente a meta da ACASE a partir da Tenda do Acolhimento: amparar e ajudar, de pertinho, a todos que, momentânea ou profissionalmente, estejam em situação hospitalar. Porque, para a Associação, como assinala a voluntária Shirley Araújo, “acolher é, acima de tudo, ‘estar perto de’.”

Prestação de contas do Dia das Crianças da ACASE

A diretoria da ACASE, em respeito a todos os patrocinadores, voluntários e amigos que contribuíram para a realização do 1º Dia das Crianças da ACASE, apresenta o balancete contábil detalhado do evento e, em nome das crianças e famílias da Vila Madureira atendidas no dia 12 de outubro de 2024, agradece pela contribuição. Conseguimos, juntos, um total líquido de R$ 16.320,34. Acesse AQUI a planilha de prestação de contas. Todos os comprovantes de despesas também estão inteiramente disponíveis para consulta AQUI. Colocamo-nos, ainda, à disposição para esclarecimento de eventuais dúvidas. Nossa festa foi feita por muitas mãos, por dezenas de pessoas que, da tarefa mais simples à mais complexa, somaram esforços voluntários em torno da nossa instituição. A confiança e o carinho de todos que colaboraram com recursos financeiros, doações de itens e serviços e com trabalho voluntário nos fortalecem e incentivam a continuarmos buscando sempre o melhor. Gostaríamos de abraçar a todos, mas como não podemos, deixamos registrado aqui nosso muito obrigado!

Crescimento próspero

(Palavra do Presidente veiculada na edição nº. 4 do Jornal da ACASE) Prezado amigo da ACASE, Com alegria, anuncio-lhe uma importante conquista da nossa associação: fomos autorizados e credenciados como voluntários sociais, pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal e pela direção do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), para a execução da Tenda do Acolhimento. Esse projeto está em nosso coração desde outubro do ano passado. Trata-se de um espaço, sob tenda, localizado no jardim externo do hospital infantil, dedicado ao acolhimento afetivo de pessoas em situação hospitalar ou com familiar nessa condição. Já contei, em vídeos institucionais e neste espaço do Jornal da ACASE, que iniciei este trabalho de acolhimento na área externa do hospital após viver um drama pessoal. Em janeiro de 2023, o meu filho se submeteu a uma cirurgia para retirada de tumor maligno. Nesse dia, aflito, me refugiei no entorno do hospital, onde, enquanto caminhava, respirava fundo e orava a Deus por um procedimento bem-sucedido. Naquele momento, entre tantos sentimentos, experimentei o medo, a solidão e a carência. Desejei a aproximação de algum transeunte, para um abraço, uma palavra ou uma oração. Ninguém apareceu. Um mês depois, eu estava na área externa do HMIB, por conta própria, dando aos meus iguais o que não tive em minha angústia. Após oito meses de corpo a corpo, de acolhimento à base de sola de sapato gasta, ocorreu-me otimizar o ministério. Para isso, fundei a ACASE. Em seguida, apresentei ao hospital a ideia da tenda. Com ela, em vez de ir até os aflitos, estes viriam a nós. A direção do HMIB aprovou o projeto. Assim, fizemos história: sou, como presidente da associação, o primeiro voluntário social registrado do hospital. Nesta edição, em reportagem da página 6, você saberá mais sobre a Tenda do Acolhimento. Por ora, registro a nossa alegria com a conquista e rogo a Deus que possamos ser, por meio do novo espaço, o amparo do aflito e do desconsolado na hora do medo e da dor. Não pararam por aí as novidades da ACASE no último bimestre. Criamos, em agosto, o projeto Ler é um remédio, o qual se dedica à entrega de kits de leitura a crianças internadas ou que visitam o hospital para uma consulta médica. Esta edição número 4 traz uma interessante entrevista com Renata Guimarães, especialista em Leitura em Voz Alta. Ela destaca, com referência cientifica, a importante contribuição que os livros e a leitura podem dar aos pacientes infanto-juvenis no processo de cura. Ao idealizar o Ler é um remédio para crianças, pensamos exatamente nisto: proporcionar passatempo, ativar a imaginação para longe do ambiente hospitalar, aliviar dores, estreitar caminhos para a cura. Já o Casa de Jairo, projeto inaugurado em junho e apresentado na última edição deste periódico, cresceu nos meses de julho e agosto. Nesse período, visitamos famílias, distribuímos 21 cestas básicas, amparamos mães de bebês com fraldas e assistimos uma criança autista com consulta particular em neuropedagogo. Temos carinho especial pelo projeto Casa de Jairo, braço social da ACASE e nosso modo de praticar o mandamento ensinado por Jesus: “Ame o seu próximo como a si mesmo” (Mt. 22.39). Vê-lo crescer, se ampliar, orgulha-nos. Cumprir essa agenda só é possível porque temos contado com a ajuda de voluntários, intercessores e colaboradores comprometidos com o serviço e a doação. A todos que têm ofertado tempo e recursos à ACASE, agradeço imensamente. Diz a sabedoria: missão se faz com os pés dos que vão, com os joelhos dos que oram e com as mãos dos que contribuem. Se a ACASE cresce, deve a muitos pés, mãos e joelhos generosos. Obrigado! Anderson OlivieriPresidente da ACASE

Entrevista: Renata Guimarães fala sobre o projeto “Ler é um remédio” e os benefícios da leitura para crianças

Especialista em Leitura em Voz Alta (LVA) e pós-graduanda em Educação Cristã Clássica, a professora Renata Guimarães foi ouvida pelo Jornal da ACASE e destacou os benefícios que o projeto Ler é um remédio pode garantir a crianças em situação hospitalar. Leia, a seguir, a entrevista com Renata Guimarães: . Jornal da Acase (JA): Quais contribuições, do ponto de vista do tratamento médico, o projeto Ler é um remédio pode dar a crianças enfermas em hospitais? Renata Guimarães (RG): Olha que interessante: um estudo brasileiro, liderado pelo pesquisador Dr. Guilherme Brockingtonm, evidenciou que o ato de contar histórias é capaz de trazer benefícios fisiológicos e emocionais para as crianças que se encontram em Unidades de Terapia intensiva (UTIs). De forma resumida, o referido estudo, realizado dentro do cotidiano de uma UTI pediátrica, constatou uma queda nos índices de cortisol (hormônio do estresse) e aumento de ocitocina (hormônio ligado ao bem-estar) nas crianças hospitalizadas que ouviram histórias. Isto acontece porque, ao ouvir uma boa história, a criança pensa e experimenta sensações que a transporta para outro lugar longe das condições às quais ela se encontra naquele momento. O resultado é um alívio do sofrimento. No meu ponto de vista, um estudo como esse comprova que o projeto Ler é um remédio vai além de entreter de forma lúdica crianças hospitalizadas. Ele declara que uma intervenção como essa de baixo custo e de altíssima eficácia do ponto de vista do tratamento médico, melhora as circunstâncias físicas e emocionais daquelas crianças. JA: Aconselhe os pais ou responsáveis pelas crianças contempladas com o kit de leitura do Ler é um remédio quanto à forma como forma eles podem auxiliá-las na leitura. RG: O melhor conselho que eu posso dar é: ao ler para uma criança, empenhe-se na leitura! Entre na história! Leia com entusiasmo! Não tenha vergonha de fazer diferentes vozes para os personagens da história. Durante a leitura, sempre que puder, olhe nos olhos da criança! Converse sobre as ilustrações do livro. Ao finalizar a leitura, pergunte à criança o que ela está vendo, do que ela mais gostou. Deixe que ela fale, caso queira. Ao ouvir uma história, a criança se transporta para dentro daquele enredo. Sua imaginação está aguçada e sua empatia ativada! E ressalto algo muito importante: não pare por aí! Deixe que o projeto Ler é um remédio seja um grande incentivador para que os livros façam parte da rotina das crianças. O hábito de ler em voz alta para uma criança e da leitura feita de forma autônoma pela criança pode e deve ir além de momentos de crise, ele também auxilia nas questões cognitivas, inclusive num contexto escolar, e nas demandas afetivas. Eu costumo dizer que ler para uma criança é um ato de amor! JA: Ler é mesmo um remédio? RG: Com certeza ler é mesmo um remédio! Um remédio sem igual! Para além de benefícios fisiológicos, ler nutre a alma. Certa vez li que a literatura é o espelho da vida. Um bom livro nos faz viajar pelo tempo, nos dá a oportunidade de “conviver” com pessoas (os personagens) que jamais conheceríamos em nosso dia a dia e abre nossos horizontes de tal modo que possamos aprender com as conquistas, os medos, as esperanças do ser humano. Um bom livro não é terapia, mas é terapêutico! Um bom livro é sempre um bom remédio em qualquer estação da vida. DOE LIVROS Se você possui livros infantis em casa, em condições adequadas de leitura, e desejar doar para o projeto Ler é um remédio, entre em contato com a ACASE pelo WhatsApp (61) 99870-0333. Serão dadas todas as orientações em relação à sua doação, que é muito importante para a manutenção do programa de leitura infantil no HMIB.

ACASE cria projeto “Ler é um remédio” e distribui livros infantis em hospital

Felipe Figueiredo Se ler é um remédio, desde o último mês de agosto, as crianças do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB) estão ainda mais bem “medicadas”. A ACASE lançou um programa de distribuição gratuita de livros infantis destinado às crianças internadas e às que visitam o hospital para consultas médicas. Além de promover a leitura e o acesso ao livro a esse público, o propósito do Ler é um remédio é gerar bem-estar, satisfação e conforto num cenário onde, em regra, estão presentes a dor, o medo e a tristeza. Semanalmente, a ACASE distribui, em média, 10 kits no HMIB para crianças em situação hospitalar. Os meninos são presenteados com o livro A Copa do Mundo do Galego, e as meninas, com Bia e as bonecas, ambos da Vitalia Editora. Além dos livros, integram o kit um marcador de página personalizado da ACASE e uma cartela de adesivos infantis, para colorir e divertir ainda mais o momento de leitura das crianças. Um dos contemplados, na primeira semana de setembro, foi Enzo Mateus Simões, de 8 anos, filho de Nádia Simões, que levou o filho ao HMIB para consulta. Fã de futebol, o garoto, que trata um problema renal crônico, celebrou o presente e prometeu devorar o livro no mesmo dia. “Ele é bom aluno e gosta bastante de ler. Está sempre me pedindo livros”, conta a mãe. A pequena Ingrid Serra, de 6 anos, também recebeu das mãos dos voluntários da ACASE o seu kit leitura. Os olhos da pequena brilharam ao ver a cartela de adesivos das Princesas da Disney. De acordo com Karolyne Serra, mãe da garotinha, a filha é apaixonada pelas personagens. A mãe foi orientada a estimular o prazer da leitura na criança, a partir do livro presente no kit recebido. Para o secretário da ACASE, Yan Victoria, o projeto Ler é um remédio cumpre o propósito da entidade de ser uma instituição comprometida com o princípio cristão serviço ao próximo nos hospitais. “É maravilhoso perceber o sorriso das crianças quando ganham um kit leitura. Isso nos satisfaz, porque nos sentimos como que contribuindo com a formação do cidadão, além de expressarmos amor por aquelas vidinhas”, destaca o secretário. Até o final de 2024, a ACASE pretende distribuir 200 kits de leitura para as crianças do Hospital Materno Infantil de Brasília. Com o início do funcionamento da Tenda do Acolhimento, a entidade espera triplicar a distribuição.

ACASE se une à ABRACE em grande festa da solidariedade

Mariana Carvalho No dia 24 de agosto, a ACASE fez questão de levar o seu abraço à Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias – a ABRACE. Nesse dia, aconteceu em todo o país o McDia Feliz, iniciativa do McDonald’s de arrecadação de recursos para instituições que atuam no combate ao câncer infantojuvenil. Em Brasília, desde 1993, a beneficiária do programa é a ABRACE, que aproveita a data para montar estandes próprios, onde são disponibilizados copos, camisetas e canetas estilizados para venda, com os recursos direcionados ao trabalho da entidade. Nesta edição de 2024, a ABRACE espalhou 29 estandes pelo Distrito Federal, todos bem próximos a unidades do McDonald’s. A ACASE marcou presença no estande localizado em frente ao McDonald’s da quadra 104, do Setor Sudoeste. Além de adquirir produtos para a associação – como canetas, camisetas e copos –, o presidente Anderson Olivieri, em companhia dos filhos Beatriz e Daniel, conversou com voluntários da Abrace, explicando o porquê do engajamento da ACASE neste dia. Para a associação, explica Olivieri, o nicho de atuação da Abrace é especialmente tocante porque a ACASE nasceu da história do câncer de seu filho Daniel. “Considero a Abrace uma irmã mais velha da ACASE. Tenho a alegria de ser amigo do Roberto Nogueira, fundador dessa entidade que toca o meu coração e faço questão, anualmente, de participar, tanto como pessoa física como à frente da ACASE, desse dia tão importante para a continuação do trabalho da Abrace”, destaca Anderson. Beatriz e Daniel, voluntários kids da ACASE, fizeram questão de mostrar que vestem a camisa da Abrace e que são fãs dos Abraçadinhos, os simpáticos personagens da entidade. “Tem a corujinha, o leãozinho e o macaquinho, um mais fofo que o outro. Estamos felizes que o papai tenha nos trazido aqui. É um dia importante para a nossa família, dia de agradecer doando”, explica Beatriz. A Abrace A Abrace – Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias – há 38 anos combate o câncer infantojuvenil com o apoio da população de Brasília. Em 2023, recebeu o Prêmio de Melhor ONG do Distrito Federal e o selo das 100 melhores ONGs do Brasil por sua gestão, governabilidade, transparência e sustentabilidade financeira. A entidade oferece assistências como hospedagem, traslados, medicamentos, acompanhamento psicossocial, palestras, pequenas reformas nas residências das famílias de crianças que precisam de qualidade de vida durante o tratamento, móveis, brinquedos, doação de itens para as famílias, incluindo roupa, eletrodomésticos, entre outras formas de assistência. Além disso, a Abrace realizou, com a comunidade de Brasília, a campanha em prol da construção do primeiro hospital pediátrico especializado em tratamento de câncer infantojuvenil em Brasília, a qual resultou no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB), referência pediátrica no Sistema Único de Saúde. Conheça mais sobre a Abrace no site oficial (abrace.com.br) e Instagram da entidade.

‘Tenda do Acolhimento’ é aprovada por direção do HMIB e já tem data para iniciar atendimentos

Espaço onde funcionará a Tenda do Acolhimento

Felipe Figueiredo A diretoria do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB) aprovou, na segunda quinzena de agosto, a implantação da Tenda do Acolhimento. O projeto foi proposto pela ACASE à Coordenadoria de Voluntariado do HMIB, que, juntamente com a direção geral do Hospital e a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, autorizou a execução do projeto. O objetivo da Tenda do Acolhimento, a qual nasce para ser ambiente de descanso e consolo, será acolher àqueles que, em angústia, medo e aflição decorrentes de problemas de saúde, procurarem o espaço. Idealizador do projeto, o presidente da ACASE, Anderson Olivieri, comemora a aprovação da Tenda do Acolhimento e a enxerga como uma ampliação expressiva do trabalho realizado há mais de um ano pela entidade no hospital. “Com a tenda, vamos triplicar o número de acolhimentos em comparação ao trabalho atual que realizamos. Na área externa do hospital, há um campo vasto para uma atuação de amparo, compaixão e solidariedade”, expressou. A médica Daniella de Carvalho, coordenadora do Voluntariado do HMIB, e responsável pela supervisão da Tenda do Acolhimento na unidade, desde a apresentação do projeto pela ACASE, apresentou-se como uma entusiasta da ideia. Ela celebrou a aprovação: “Estou feliz com essa maravilhosa e próspera parceria”. A princípio, a Tenda do Acolhimento funcionará no HMIB às terças e quintas-feiras, das 8h às 12h, a partir da segunda quinzena de setembro. Até o fim deste ano, a ACASE pretende ampliar a atuação para as manhãs de todos os dias da semana.