Feira do Livro de Brasília tem palestra e lançamento de obra da ACASE sobre leitura em hospitais

Marco Antônio Rosas A Associação Cristã de Assistência Social e Espiritual (Acase) marcou presença na edição 2025 da Feira do Livro de Brasília com duas ações que emocionaram o público e destacaram a força da literatura como instrumento de cura e acolhimento. Na terça-feira, 10 de junho, o presidente da ACASE, Anderson Olivieri, ministrou a palestra “Quando ler é um remédio – A literatura como instrumento curativo e terapêutico”, às 10h da manhã, no Espaço Sema, principal palco do evento. Com cerca de 80 participantes, a apresentação teve duração de meia hora e abordou os benefícios físicos, emocionais e espirituais que a leitura pode proporcionar em ambientes hospitalares. Durante a palestra, Olivieri apresentou o projeto “Ler é um remédio”, realizado pela ACASE no Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), onde são distribuídos gratuitamente livros para crianças e adultos internados. A iniciativa busca humanizar a rotina hospitalar e oferecer alento por meio das palavras. O jovem estudante Alisson Costa, de 11 anos, morador do Guará, que acompanhava a palestra, valorizou o empenho da Acase em atuar, por meio da literatura, em ambientes hospitalares. “Eu achei muito legal essa iniciativa da Acase de distribuir livros nos hospitais. Eu já estive internado, realmente é muito monótono esse ambiente. Eu adoraria ter ganhado um livro nesse período”, disse. Ao fim do encontro, Anderson Olivieri reproduziu uma das ações do projeto realizadas semanalmente no HMIB e distribuiu 50 livros infantis aos pequenos presentes. Os títulos entregues incluíam “Bia e as bonecas”, “A Copa do Mundo do Galego” e “Tuca ficou doente, e agora?”, todos de sua autoria. Ao final da palestra, o mais procurado pela criançada foi o livro “Tuca ficou doente, e agora?”. A obra, publicada pela Acase Publicações, encantou tanto os estudantes que participaram da palestra como os que visitaram a feira, promovendo momentos de empatia e reflexão. Marina Fialho, de 14 anos, estudante de Taguatinga, compartilhou sua emoção ao conhecer o livro. “O mais emocionante é saber que o livro conta sobre uma esperança para as crianças enfermas. A história é linda, realmente me tocou”, afirmou. A Feira do Livro de Brasília 2025 aconteceu entre os dias 5 e 14 de junho no Complexo Cultural da República, na Esplanada dos Ministérios, com programação das 8h às 20h20. Esta edição especial teve como tema o meio ambiente e a sustentabilidade e contou com o apoio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Distrito Federal. A participação da ACASE reforça o papel da literatura não apenas como ferramenta de educação, mas também como ponte para o cuidado e a espiritualidade, especialmente nos momentos mais delicados da vida.

Companhia na luta (Por Renata N. Guimarães Brasil)

Por Renata N. Guimarães Brasil 13 de janeiro de 2025. “Sua mãe não está bem, não fala corretamente, não consegue formular uma frase…”, era a voz do meu pai do outro lado da linha. Como ela já havia sofrido dois AVCs nos últimos dois anos, pensei tratar-se de mais um. Em poucos minutos, cheguei à casa dos meus pais e fomos com minha mãe ao hospital. No trajeto, ela já não falava mais. Chegando ao hospital, já não respondia a qualquer comando médico. Seu olhar não fixava em lugar nenhum. Ela fez todo o protocolo de atendimento para AVC. Exames negativos, isto é, não era AVC. Os médicos não tinham um diagnóstico e precisavam investigar de forma minuciosa. “O que estava acontecendo com minha mãe?”, eu pensava. Pelo quadro e pela idade, ela foi encaminhada para a UTI. Naquela madrugada, eu saí do hospital em frangalhos! Chorava copiosamente! Senti, literalmente, uma dor no peito causada pela tristeza, angústia, aflição… deixar minha mãe naquela situação e ir para casa me maltratava em diversos níveis. E sabe o que muito me assustava? É que foi tudo de uma hora para a outra! Você deve estar se perguntando se descobriram o que minha mãe tinha. Sim, descobriram e trataram, mas foram meses difíceis. Tivemos algumas intercorrências pelo caminho e restaram poucas sequelas. Graças a Deus, hoje, ela está bem e em casa. Mas o que eu quero te dizer com tudo isso? Duas coisas. A primeira: Deus não me deu explicações em meio ao meu sofrimento. E, talvez, nunca me dê neste plano terrestre. Mas Deus veio a mim através de pessoas que oravam por nós e através de abraços silenciosos que fortaleciam a minha fé. Quem de nós, na pior tempestade que já viveu, precisou de algo mais importante do que companhia? Alguém que segure em nosso ombro e enxugue as nossas lágrimas. Segunda coisa: minha fé precisava estar firmada no caráter do próprio Deus e não naquilo que Ele poderia fazer pela minha mãe. Eu sei, parece uma contradição deixar qualquer terrível situação nas mãos do Senhor e dizer que não entendemos, não gostamos, mas que tudo bem. Porém, querido leitor, ou estamos seguros nos braços de Deus, ou não estamos. Ou confiamos em Deus, ou pensamos que estamos à mercê do acaso. Não há um meio termo. Do mesmo modo como eu tive de encarar a pergunta “por que com minha mãe, Senhor?”, talvez, você também viva algo semelhante. Mas Deus está dizendo: confie em mim! Veja, se Deus não tivesse salvado a vida da minha mãe e se Deus não responde a você como você deseja, o que acontece com a nossa fé? Pessoas ao nosso redor, talvez, digam que Deus não nos ama. O mundo diz que Deus não nos vê, mas as Escrituras dizem algo bem diferente. Não quero ser simplista, mas a fé cristã lida de frente com a questão do sofrimento. Em todo o tempo, Deus vem a mim e a você e diz: “aquieta-vos! Estou convosco!”. Se, de fato, cremos que Ele nos ama, então confiamos nele. O sofrimento é um mistério, mas eu posso te dizer: não sei pelo que você está passando, mas conheço aquele que sabe. Deus nos ama. Não estamos à deriva.

Projeto Ler é um Remédio é abraçado pelo Mackenzie em campanha solidária de doação de livros

Marco Antônio Rosas A manhã do dia 14 de junho de 2025 foi marcada por solidariedade e incentivo à leitura durante a Feira Literária do Mackenzie, em Brasília. A edição deste ano do projeto Sou Mackenzista e faço a diferença, que mobiliza alunos do Colégio Mackenzie em ações sociais, teve como instituição beneficiada a Associação Cristã de Assistência Social e Espiritual (Acase). A ação envolveu a arrecadação de livros infantis ao longo de todo o mês de junho, destinados ao projeto Ler é um remédio, da Acase. Voltado a crianças hospitalizadas no Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), o Ler é um remédio distribui literatura com o objetivo de levar alívio, amor e distração para os pequenos internados. Durante o mês, os alunos da Educação Infantil foram incentivados, em sala de aula, a doar livros já lidos, exercitando desde cedo valores de empatia e generosidade. A mobilização rendeu frutos: ao todo, foram arrecadados 540 livros infantis, repassados oficialmente à Acase durante a Feira Literária. A presença da Acase no evento foi marcada pela Tenda do Acolhimento, espaço onde a instituição pôde divulgar suas atividades, apresentar o impacto de seus projetos e dialogar com o público. Voluntárias da associação distribuíram mais de 300 encartes de apresentação, enquanto a Lojinha da Acase ofereceu ao público camisetas, ecobags, canetas e livros institucionais, com vendas integralmente revertidas ao trabalho da instituição. Monique Olivieri, diretora de eventos da Acase, celebrou a parceria com entusiasmo: “Estamos muito gratos ao colégio Mackenzie, em especial à coordenação da Educação Infantil, destacando a pessoa da Laura, coordenadora, por ter nos aberto a porta para divulgar o trabalho da ACASE. Isso é muito importante para a instituição e, creio eu, ajuda também as crianças, ainda tão pequenas, a formarem uma consciência cristã e humana de amor ao próximo”. A iniciativa reforça como ações simples, como a doação de um livro, podem gerar impacto significativo — tanto em quem doa quanto em quem recebe. Ao unir educação, solidariedade e literatura, o projeto Sou Mackenzista e faço a diferença mostra que cultivar valores sociais começa desde cedo e rende frutos para toda a sociedade.

Presidente da Acase participa de curso intensivo de Capelania Hospitalar em São Paulo e visita casa de apoio

Marco Antônio Rosas Entre os dias 1º e 4 de maio, o presidente da Acase, Anderson Olivieri, participou do Curso de Capelania Hospitalar Nível 1, promovido pela Associação Capelania na Saúde (ACS), em São Paulo – SP. O treinamento foi realizado sob a direção-geral de Eleny Vassão, referência nacional no campo da capelania hospitalar. Com mais de 40 anos de atuação em hospitais paulistanos, Eleny Vassão é capelã, escritora e autora de dezenas de livros que abordam sobre o cuidado da alma no ambiente hospitalar. Durante os quatro dias de curso intensivo — das 8h às 18h —, foram ministrados diversos módulos voltados à formação de capelães voluntários, com foco no acolhimento integral do paciente e na atuação sensível e ética nos hospitais. Entre os temas abordados estiveram: Teologia do sofrimento; O que é um hospital; Relacionamento com o profissional da saúde; Visão geral da capelania hospitalar; Quem é o paciente; Normas para visitação hospitalar; A igreja na assistência domiciliar; As bases do aconselhamento bíblico; Preparo emocional do visitador; Noções básicas sobre Cuidados Paliativos; Artesanato no hospital; Aprendendo a ouvir; e Ética cristã. Para Anderson Olivieri, a experiência foi transformadora: “Foram quatro dias incríveis. A capacidade técnica de todo o time da ACS é altíssima. Foi um privilégio ouvir a Eleny nesses dias, maior autoridade no Brasil em capelania hospitalar, bem como todos os demais palestrantes, que demonstraram profundidade de conhecimento nos temas”, afirmou. Ele também destacou a importância prática da formação para o trabalho já desenvolvido pela Acase: “Tenho certeza de que muita coisa aprendida aqui será aplicada na Tenda do Acolhimento, assim como em todos os programas da Acase. E espero continuar tendo a possibilidade de beber nessa fonte incrível que é a ACS. Temos, na Acase, muito a aprender com eles”, completou. Generosamente, no último dia de palestras, a coordenadora Eleny Vassão convidou o presidente da Acase para contar aos colegas sobre o trabalho desenvolvido em Brasília pela instituição. Anderson Olivieri aproveitou a oportunidade para relatar a história que motivou a criação da Acase e, em seguida, explicou como acontece o acolhimento hospitalar realizado pela instituição. “Senti-me honrado com o espaço cedido pela Eleny, que é exemplo não só de profissionalismo como de doçura e sensibilidade”, pontua Olivieri. A Associação Capelania na Saúde (ACS) oferece cursos presenciais e on-line voltados a todos os interessados em atuar como capelães hospitalares ou aprimorar seus conhecimentos sobre cuidado espiritual e emocional no contexto hospitalar. Mais informações podem ser encontradas no site oficial da instituição: https://capelanianasaude.org.br. Casa do Aconchego Em 30 de abril, um dia antes do início do Curso de Capelania Hospitalar Nível 1, o presidente da Acase, Anderson Olivieri, visitou a Casa do Aconchego, que é uma casa de apoio para famílias com filhos em tratamentos hospitalares em São Paulo. Sandra Tenório, coordenadora da Casa, foi a responsável por acompanhar o líder da instituição brasiliense na visitação. Ela descreveu em detalhes todas as atividades desempenhadas pela Casa do Aconchego, que é vinculada à Associação Capelania na Saúde, além de ter percorrido as dependências do local com o presidente da Acase. “Esta Casa é referência no Brasil entre as casas de apoio para atendimento extra-hospitalar às crianças com doenças graves. Estar aqui, para nós, que temos sonhos grandiosos para a Acase, inclusive de construção de uma casa para essa finalidade, é motivo de alegria. Todos que fazem a Casa do Aconchego estão de parabéns”, declarou Anderson Olivieri. A Casa do Aconchego está localizada na Rua Veríssimo Glória, 126, em Sumaré, São Paulo.

“Mesa Acolhedora”: sopas, palavras e orações aquecem corações no HMIB

Ação noturna da ACASE atende pacientes vulneráveis com alimentação e acolhimento no pronto-socorro …………………….Túlio Vieira……………………. Em meio ao frio típico da Capital Federal nos meses de maio e junho e à espera silenciosa dos corredores do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), um novo gesto de solidariedade tem feito diferença na vida de muitos. Desde o dia 23 de maio, quinzenalmente, às sextas-feiras, voluntários da Associação Cristã de Assistência Social e Espiritual chegam ao local com panelas fumegantes, corações dispostos e mãos estendidas. Este projeto criado no mês de maio inclusive já ganhou status de programa da Acase e passa a ocupar o calendário fixo de atividades da entidade, que já conta com Tenda do Acolhimento, Ler é um remédio, Casa de Jairo e Ajudando a salvar vidas, uma gota de cada vez. O novo programa, chamado “Mesa Acolhedora”, nasceu do desejo de oferecer mais do que uma refeição: ser uma presença amiga, uma escuta atenta, um abraço em forma de oração. As ações acontecem no período noturno, em frente ao pronto-socorro do HMIB, quando o frio aperta e a fome se junta à angústia de quem espera atendimento, muitas vezes por horas a fio. Em cada edição do Mesa Acolhedora, são entregues em média 140 porções de sopa ou canja, cuidadosamente preparadas e servidas por um time de pelo menos 7 voluntários. Além do alimento, eles oferecem palavras de encorajamento e orações a quem deseja, promovendo acolhimento espiritual e emocional. “A sopa veio em uma hora abençoada”, disse dona Maria do Rosário, de Luziânia (GO), que aguardava atendimento para a neta de três anos. “A gente chega aqui sem saber quanto tempo vai esperar, e sem dinheiro para comprar comida nesses lugares caros do Plano Piloto. E esses dias têm sido tão frios… foi um alívio no corpo e no coração.” Segundo os organizadores da ACASE, a escolha do HMIB como ponto inicial do projeto se deu justamente pelo fluxo constante de pacientes vulneráveis, especialmente mulheres, crianças e acompanhantes que passam a noite no hospital sem acesso a alimentação adequada. As lanchonetes da região fecham cedo, e muitas famílias vêm de longe, sem condições de se alimentar enquanto aguardam. “Queremos levar não só o alimento, mas também um pouco de fé e esperança. Às vezes, uma palavra faz mais diferença do que a própria sopa”, diz Suelene Castro, voluntária que, na estreia do programa, preparou a sopa e ainda marcou presença na distribuição. Daniella Heloísa, filha de Suelene, concorda com a mãe: “É com o coração transbordante que estamos aqui para trazer comida, mas vai muito além disso. Nosso principal objetivo é anunciar Cristo por meio da ação”. O Mesa Acolhedora é para todos. Uma das grandes alegrias da ACASE nesse programa é também poder servir os colaboradores do Hospital. Funcionários responsáveis pela segurança, limpeza e servidores administrativos da unidade são frequentemente vistos na fila da sopa. Com a chegada do inverno, a ação tem sido vista como providencial. A expectativa da ACASE é distribuir, até o final do ano, mais de duas mil porções, para que, assim, mais corações sejam aquecidos — por dentro e por fora.

Abraços que curam: ACASE leva afeto ao HMIB no Dia do Abraço

Em ação especial, voluntários ofereceram abraços e acolhimento a pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde …………………….Túlio Vieira……………………. Em um lugar marcado pela espera, pela dor e pela esperança, um gesto simples reacendeu sorrisos e emocionou pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde. Em homenagem ao Dia do Abraço, comemorado no dia 22 de maio, a Associação Cristã de Assistência Social e Espiritual (ACASE) promoveu uma ação especial de carinho e acolhimento no Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB). Dez voluntários se espalharam pelo hospital segurando cartazes com frases como “Posso te dar um abraço?” e “Aceita um abraço?”. O resultado foi um festival de sorrisos e encontros comoventes. A receptividade foi imediata: a maioria dos que passavam não hesitava em abrir os braços e receber o gesto afetuoso, em meio à rotina tensa e, muitas vezes, angustiante de quem está em um hospital. “Foi o abraço que desejei mais cedo, pouco antes de levantar, tanta era a minha aflição e que agora, poucas horas depois, recebo com os olhos marejados de emoção”, comentou Marli Cunha, que acompanhava a neta em consulta de rotina com nefrologista. “A gente realmente se sente percebida, é como se Deus mandasse alguém para nos lembrar que não estamos sozinhos”, ela completou. A iniciativa foi pensada como uma forma de transmitir amor, empatia e conforto em um ambiente onde gestos como esse fazem toda a diferença. De acordo com o vice-presidente da ACASE, Yan Victoria, o abraço é uma forma poderosa de comunicação não verbal, que transmite apoio e solidariedade sem precisar de palavras. “Queríamos marcar esse dia com algo simbólico, mas profundo. Um abraço pode mudar o clima de um lugar, e vimos isso acontecer hoje”, afirmou Márcia Olivieri, uma das voluntárias da ação. “Teve gente que se emocionou, que agradeceu com lágrimas nos olhos. É bonito ver o quanto o carinho gratuito ainda toca as pessoas.” A ação se somou às demais iniciativas da ACASE no HMIB, como os programas Tenda do Acolhimento, que acontece às segundas, quartas e quintas-feiras pela manhã; o Ler é um remédio, de distribuição gratuita de literatura a crianças, jovens e adultos; e o recém-criado Mesa Acolhedora, que oferece sopas e palavras de conforto aos pacientes durante a noite (págs. 8 e 9). A instituição tem se consolidado como uma presença de cuidado integral — corpo, mente e espírito — entre os que mais precisam. Entre um abraço e outro, ficaram as memórias de encontros breves, mas significativos. E a certeza de que, muitas vezes, o que mais precisamos não custa nada — apenas um pouco de atenção e braços abertos.

Mulheres em situação hospitalar recebem homenagem e presentinho da Acase pelo dia 8 de março

Mariana Carvalho Antecipando as comemorações pelo Dia Internacional da Mulher, a Acase promoveu uma ação especial, no dia 6 de março, em homenagem às mulheres no Hospital Materno Infantil de Brasília. A iniciativa teve como objetivo valorizar as mulheres, especialmente aquelas que estão em situação hospitalar decorrente da internação ou consulta médica de algum filho, neto, sobrinho ou parente, oferecendo-lhes carinho e reconhecimento pelo seu papel fundamental na sociedade. Durante o evento, foram distribuídos de presente 100 kits contendo cremes hidratantes para as mulheres. O gesto simbólico proporciona um momento de cuidado e bem-estar para aqueles que, muitas vezes, se encontram em situações emocionais e afetivas delicadas. A escolha do creme hidratante como presente reflete o objetivo de promover um pequeno ato de carinho, proporcionando um pouco de conforto e atenção em um ambiente hospitalar. A ação foi realizada com o apoio de 13 voluntários da ACASE, dois deles mirins. Além da distribuição dos presentinhos, eles se dedicaram a conversar com as mulheres presentes, oferecendo apoio emocional e ouvindo suas histórias. A ideia central da ação foi criar um momento de acolhimento e solidariedade, permitindo que as mulheres se sentissem valorizadas e reconhecidas. “Este evento é uma forma de destacar a importância da mulher em todos os contextos, especialmente em um momento de vulnerabilidade como o de estar em um hospital. Queremos que essas mulheres sintam-se cuidadas, respeitadas e lembradas, não só no Dia Internacional da Mulher, mas todos os dias”, afirmou Monique Olivieri, diretora de eventos da Acase. A equipe do Hospital Materno Infantil de Brasília também expressou seu apoio à ação, destacando a importância de iniciativas como esta para humanizar o ambiente hospitalar. O hospital, que atende mães, gestantes e crianças, se mostrou grato pela ação da ACASE, que trouxe um pouco de alegria e emoção às mulheres que vivenciaram um período difícil de suas vidas. As respostas das mulheres que receberam os kits foram de surpresa e gratidão. Para muitas, o gesto de carinho proporcionou um alívio emocional em meio às dificuldades enfrentadas. “Receber esse presente foi algo inesperado e que me tocou profundamente. Muitas vezes nos sentimos esquecidas. E de repente a gente vem aqui fora e recebe esse gesto de carinho. Isso faz toda a diferença”, disse Mariana Vieira, que está com o filho hospitalizado.

“Semana Ler é um remédio” distribui acolhimento, oração e livros no Hospital Materno Infantil de Brasília

Tales Zerbini Entre os dias 7 e 11 de abril, a Associação Cristã de Assistência Social e Espiritual promoveu a Semana Ler é um Remédio, uma ação solidária que levou alegria e conhecimento a crianças internadas no Hospital Materno Infantil de Brasília. Durante cinco dias, das 8h30 às 12h, quinze voluntários se dedicaram a distribuir mais de mil kits de leitura, compostos por livros com mensagens cristãs, cartelas de adesivos e marcador de página personalizado da Acase. Os kits incluíam títulos como “Bia e as bonecas”, “Tuca ficou doente, e agora?”, ambos de autoria de Anderson Olivieri, além de Bíblias infantis, livros especiais, como de pintura com água, e literatura cristã infantojuvenil, estes gentilmente doados à Acase pela Sociedade Bíblica do Brasil. A iniciativa não apenas incentivou a leitura, mas também proporcionou momentos de conforto e esperança para as crianças e suas famílias. A distribuição ocorreu tanto nas áreas externas do hospital quanto nas enfermarias e na UTI, onde os voluntários visitaram os leitos, levando um pouco de carinho aos pequenos pacientes. “A leitura é uma forma de escapar, de sonhar e de se distrair em momentos difíceis. Esperamos que esses livros possam trazer um pouco de alegria para as crianças e que as orações que fizemos signifiquem, para elas, esperança”, afirmou Érika Jarjour, diretora de programas da Acase e uma das voluntárias dedicadas à distribuição dos livros na área interna do hospital. A ação foi um sucesso, com muitos relatos emocionantes de crianças que receberam os kits e pedidos de médicos e diretores do hospital para que ações como essa sejam mais constantes. “Foi lindo ver o sorriso no rosto delas ao receber um livro e bastante animador ouvir, da boca dos agentes de saúde da instituição que somos bem-vindos ali e que as portas nos estão abertas”, comentou Monique Olivieri, diretora de eventos da Acase. A Semana Ler é um Remédio foi além. Não só buscou levar solidariedade e amor ao próximo em situação de enfermidade, mas também reforçou a importância da leitura na vida das crianças, divulgando os livros, para elas, como relevante ferramenta no desenvolvimento intelectual e pessoal. A Acase, com o apoio de seus voluntários e parceiros, compromete-se a continuar levando conforto e conhecimento, por meio dos livros, a quem mais precisa. Afinal, com iniciativas como essa, a leitura se transforma em um verdadeiro remédio, capaz de curar não apenas o corpo, mas também o espírito.

Lançamento do livro “Tuca ficou doente, e agora?”, da Acase Publicações, reúne amigos e entusiastas da Associação

Tales Zerbini Brasília recebeu, no dia 12 de abril, um evento especial para crianças e famílias: o lançamento do livro infantil Tuca ficou doente, e agora?. A obra – assinada pelo jornalista, escritor e presidente da Acase, Anderson Olivieri – foi apresentada ao público na Confeitaria Dona Zuca, localizada na comercial da 309 Norte (Asa Norte), das 10h às 14h, em uma manhã de literatura, celebração e confraternização. O livro, publicado pelo selo Acase Publicações, é uma iniciativa da Associação Cristã de Assistência Social e Espiritual e conta a história de Tuca, um garotinho que sai de casa para jogar futebol, mas, no meio do caminho, sente-se mal. Ao retornar para casa, sua mãe decide levá-lo ao hospital. Antes mesmo de ser atendido, porém, Tuca e sua mãe conhecem um espaço de acolhimento localizado na área externa do hospital, onde são recebidos por voluntárias que compartilham com eles uma mensagem especial: há algo mais, além dos cuidados médicos, que pode ser feito por Tuca. A narrativa do livro desperta a curiosidade dos pequenos leitores e os convida a descobrir que “arma” poderosa está disponível a todos os enfermos. A obra não apenas conta uma história emocionante, mas também apresenta o trabalho desenvolvido pela Acase, sobretudo pelos programas Tenda do Acolhimento e Ler é um remédio. Durante o lançamento, crianças e adultos tiveram a oportunidade de participar de uma manhã repleta de alegria, diversão e bem-estar, com direito a teatro de fantoches. O evento também serviu para divulgar a atuação da Acase no apoio a pessoas em situação hospitalar e para divulgar a preocupação da entidade em estabelecer a fé como um potente instrumento disponível a todos nos tempos de enfermidade. “É um livro que aproveita o enredo para apresentar a Acase e a sua atuação dedicada dentro dos hospitais. Porém, o que vejo de mais precioso nesta história é a revelação de que, quando se está doente, há algo mais que se pode fazer, além de ir ao médico e se medicar. Isso é precioso”, destaca Anderson Olivieri, o autor do livro. A ilustradora do livro, Hadassa Rodrigues, também marcou presença no lançamento e arrancou risos da criançada com sua excelente atuação no teatro de fantoches. “Foi um grande privilégio participar desse dia, todos nos receberam com muito carinho e bom humor”, registra a ilustradora. Com Tuca ficou doente, e agora?, a Acase Publicações inaugura suas atividades editoriais. Se você deseja adquirir o livro, clique aqui e garanta o seu agora mesmo.

Assembleia Geral aprova contas de 2024, novos filiados e mudanças no estatuto

Evento também definiu nova vice-presidência, secretaria e suplência do Conselho Fiscal da entidade Mariana Carvalho No dia 15 de abril, a Associação Cristã de Assistência Social e Espiritual realizou sua Assembleia Geral Ordinária, reunindo os associados para uma série de deliberações importantes para o futuro da instituição. O encontro marcou um momento de fortalecimento institucional, com decisões unânimes e avanços estratégicos. Entre os principais pontos aprovados pela Assembleia está o acatamento, por unanimidade, do parecer do Conselho Fiscal, que recomendou a aprovação das contas referentes ao exercício de 2024. A decisão reforça o compromisso da entidade com a transparência e a boa gestão dos recursos voltados ao apoio de crianças e famílias em situação hospitalar. Outro destaque foi a aprovação da entrada de 10 novos filiados no quadro de associados da Acase, ampliando a rede de apoio à causa e fortalecendo a representatividade da instituição. A Assembleia também deliberou sobre alterações no estatuto social da entidade, ajustando pontos essenciais para o aprimoramento do funcionamento interno. No campo da governança, foram eleitos novos nomes para compor a diretoria e o Conselho Fiscal. Yan Victoria assumirá o cargo de vice-presidente da Acase, enquanto Érika Jarjour foi eleita secretária da entidade, em substituição ao primeiro. Para a suplência do Conselho Fiscal, vacante desde a fundação da Acase, foram escolhidos Alexandre Miguel, Edneia Latorraca e Jacqueline Tavares. Além das deliberações formais, a Assembleia Geral foi um espaço de diálogo e construção coletiva. Novas sugestões e demandas foram apresentadas pelos associados, demonstrando o engajamento e o compromisso contínuo da comunidade da Acase com a missão de acolher e cuidar. A Acase segue firme em sua trajetória, impulsionada pelo envolvimento ativo de seus associados e pela constante busca por melhorias em sua atuação em prol das crianças e famílias que enfrentam situações de vulnerabilidade durante o tratamento hospitalar.