Lançamento do livro “Tuca ficou doente, e agora?”, da Acase Publicações, reúne amigos e entusiastas da Associação

Tales Zerbini Brasília recebeu, no dia 12 de abril, um evento especial para crianças e famílias: o lançamento do livro infantil Tuca ficou doente, e agora?. A obra – assinada pelo jornalista, escritor e presidente da Acase, Anderson Olivieri – foi apresentada ao público na Confeitaria Dona Zuca, localizada na comercial da 309 Norte (Asa Norte), das 10h às 14h, em uma manhã de literatura, celebração e confraternização. O livro, publicado pelo selo Acase Publicações, é uma iniciativa da Associação Cristã de Assistência Social e Espiritual e conta a história de Tuca, um garotinho que sai de casa para jogar futebol, mas, no meio do caminho, sente-se mal. Ao retornar para casa, sua mãe decide levá-lo ao hospital. Antes mesmo de ser atendido, porém, Tuca e sua mãe conhecem um espaço de acolhimento localizado na área externa do hospital, onde são recebidos por voluntárias que compartilham com eles uma mensagem especial: há algo mais, além dos cuidados médicos, que pode ser feito por Tuca. A narrativa do livro desperta a curiosidade dos pequenos leitores e os convida a descobrir que “arma” poderosa está disponível a todos os enfermos. A obra não apenas conta uma história emocionante, mas também apresenta o trabalho desenvolvido pela Acase, sobretudo pelos programas Tenda do Acolhimento e Ler é um remédio. Durante o lançamento, crianças e adultos tiveram a oportunidade de participar de uma manhã repleta de alegria, diversão e bem-estar, com direito a teatro de fantoches. O evento também serviu para divulgar a atuação da Acase no apoio a pessoas em situação hospitalar e para divulgar a preocupação da entidade em estabelecer a fé como um potente instrumento disponível a todos nos tempos de enfermidade. “É um livro que aproveita o enredo para apresentar a Acase e a sua atuação dedicada dentro dos hospitais. Porém, o que vejo de mais precioso nesta história é a revelação de que, quando se está doente, há algo mais que se pode fazer, além de ir ao médico e se medicar. Isso é precioso”, destaca Anderson Olivieri, o autor do livro. A ilustradora do livro, Hadassa Rodrigues, também marcou presença no lançamento e arrancou risos da criançada com sua excelente atuação no teatro de fantoches. “Foi um grande privilégio participar desse dia, todos nos receberam com muito carinho e bom humor”, registra a ilustradora. Com Tuca ficou doente, e agora?, a Acase Publicações inaugura suas atividades editoriais. Se você deseja adquirir o livro, clique aqui e garanta o seu agora mesmo.

Acase Publicações lança livro infantil que integrará programa “Ler é um remédio”

Quando se está doente, além de ir ao médico e tomar remédio, é possível fazer algo a mais. Em Tuca ficou doente, e agora?, essa receita é contada por um garotinho que ama futebol, mas que teve de trocar a final do campeonato pela ida ao hospital. Afinal, o que será esse “algo a mais”? Participe conosco do lançamento deste livro, o primeiro da Acase Publicações, e descubra Esperamos você e sua família! Toda a renda do livro será revertida para os trabalhos sociais da Acase. SERVIÇO DO LANÇAMENTO:Data: 12/04/2025 (sábado)Horário: das 10h às 14hLocal: Confeitaria Dona Zuca (CLN 309 – Asa Norte)Valor do livro: 30 reais

Entrevista: Renata Guimarães fala sobre o projeto “Ler é um remédio” e os benefícios da leitura para crianças

Especialista em Leitura em Voz Alta (LVA) e pós-graduanda em Educação Cristã Clássica, a professora Renata Guimarães foi ouvida pelo Jornal da ACASE e destacou os benefícios que o projeto Ler é um remédio pode garantir a crianças em situação hospitalar. Leia, a seguir, a entrevista com Renata Guimarães: . Jornal da Acase (JA): Quais contribuições, do ponto de vista do tratamento médico, o projeto Ler é um remédio pode dar a crianças enfermas em hospitais? Renata Guimarães (RG): Olha que interessante: um estudo brasileiro, liderado pelo pesquisador Dr. Guilherme Brockingtonm, evidenciou que o ato de contar histórias é capaz de trazer benefícios fisiológicos e emocionais para as crianças que se encontram em Unidades de Terapia intensiva (UTIs). De forma resumida, o referido estudo, realizado dentro do cotidiano de uma UTI pediátrica, constatou uma queda nos índices de cortisol (hormônio do estresse) e aumento de ocitocina (hormônio ligado ao bem-estar) nas crianças hospitalizadas que ouviram histórias. Isto acontece porque, ao ouvir uma boa história, a criança pensa e experimenta sensações que a transporta para outro lugar longe das condições às quais ela se encontra naquele momento. O resultado é um alívio do sofrimento. No meu ponto de vista, um estudo como esse comprova que o projeto Ler é um remédio vai além de entreter de forma lúdica crianças hospitalizadas. Ele declara que uma intervenção como essa de baixo custo e de altíssima eficácia do ponto de vista do tratamento médico, melhora as circunstâncias físicas e emocionais daquelas crianças. JA: Aconselhe os pais ou responsáveis pelas crianças contempladas com o kit de leitura do Ler é um remédio quanto à forma como forma eles podem auxiliá-las na leitura. RG: O melhor conselho que eu posso dar é: ao ler para uma criança, empenhe-se na leitura! Entre na história! Leia com entusiasmo! Não tenha vergonha de fazer diferentes vozes para os personagens da história. Durante a leitura, sempre que puder, olhe nos olhos da criança! Converse sobre as ilustrações do livro. Ao finalizar a leitura, pergunte à criança o que ela está vendo, do que ela mais gostou. Deixe que ela fale, caso queira. Ao ouvir uma história, a criança se transporta para dentro daquele enredo. Sua imaginação está aguçada e sua empatia ativada! E ressalto algo muito importante: não pare por aí! Deixe que o projeto Ler é um remédio seja um grande incentivador para que os livros façam parte da rotina das crianças. O hábito de ler em voz alta para uma criança e da leitura feita de forma autônoma pela criança pode e deve ir além de momentos de crise, ele também auxilia nas questões cognitivas, inclusive num contexto escolar, e nas demandas afetivas. Eu costumo dizer que ler para uma criança é um ato de amor! JA: Ler é mesmo um remédio? RG: Com certeza ler é mesmo um remédio! Um remédio sem igual! Para além de benefícios fisiológicos, ler nutre a alma. Certa vez li que a literatura é o espelho da vida. Um bom livro nos faz viajar pelo tempo, nos dá a oportunidade de “conviver” com pessoas (os personagens) que jamais conheceríamos em nosso dia a dia e abre nossos horizontes de tal modo que possamos aprender com as conquistas, os medos, as esperanças do ser humano. Um bom livro não é terapia, mas é terapêutico! Um bom livro é sempre um bom remédio em qualquer estação da vida. DOE LIVROS Se você possui livros infantis em casa, em condições adequadas de leitura, e desejar doar para o projeto Ler é um remédio, entre em contato com a ACASE pelo WhatsApp (61) 99870-0333. Serão dadas todas as orientações em relação à sua doação, que é muito importante para a manutenção do programa de leitura infantil no HMIB.

ACASE cria projeto “Ler é um remédio” e distribui livros infantis em hospital

Felipe Figueiredo Se ler é um remédio, desde o último mês de agosto, as crianças do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB) estão ainda mais bem “medicadas”. A ACASE lançou um programa de distribuição gratuita de livros infantis destinado às crianças internadas e às que visitam o hospital para consultas médicas. Além de promover a leitura e o acesso ao livro a esse público, o propósito do Ler é um remédio é gerar bem-estar, satisfação e conforto num cenário onde, em regra, estão presentes a dor, o medo e a tristeza. Semanalmente, a ACASE distribui, em média, 10 kits no HMIB para crianças em situação hospitalar. Os meninos são presenteados com o livro A Copa do Mundo do Galego, e as meninas, com Bia e as bonecas, ambos da Vitalia Editora. Além dos livros, integram o kit um marcador de página personalizado da ACASE e uma cartela de adesivos infantis, para colorir e divertir ainda mais o momento de leitura das crianças. Um dos contemplados, na primeira semana de setembro, foi Enzo Mateus Simões, de 8 anos, filho de Nádia Simões, que levou o filho ao HMIB para consulta. Fã de futebol, o garoto, que trata um problema renal crônico, celebrou o presente e prometeu devorar o livro no mesmo dia. “Ele é bom aluno e gosta bastante de ler. Está sempre me pedindo livros”, conta a mãe. A pequena Ingrid Serra, de 6 anos, também recebeu das mãos dos voluntários da ACASE o seu kit leitura. Os olhos da pequena brilharam ao ver a cartela de adesivos das Princesas da Disney. De acordo com Karolyne Serra, mãe da garotinha, a filha é apaixonada pelas personagens. A mãe foi orientada a estimular o prazer da leitura na criança, a partir do livro presente no kit recebido. Para o secretário da ACASE, Yan Victoria, o projeto Ler é um remédio cumpre o propósito da entidade de ser uma instituição comprometida com o princípio cristão serviço ao próximo nos hospitais. “É maravilhoso perceber o sorriso das crianças quando ganham um kit leitura. Isso nos satisfaz, porque nos sentimos como que contribuindo com a formação do cidadão, além de expressarmos amor por aquelas vidinhas”, destaca o secretário. Até o final de 2024, a ACASE pretende distribuir 200 kits de leitura para as crianças do Hospital Materno Infantil de Brasília. Com o início do funcionamento da Tenda do Acolhimento, a entidade espera triplicar a distribuição.