Nova sede da Acase amplia atendimento a pessoas em situação hospitalar

A Associação Cristã de Assistência Social e Espiritual (Acase) inaugurou, em fevereiro, sua nova sede, localizada no Centro Empresarial Santa Cruz, que fica na 705/905 Sul, bloco A, próximo ao Colégio Batista. O novo espaço, equipado de estruturas que facilitam a caridade e a doação, reforça o compromisso da entidade com a solidariedade e o apoio a crianças e famílias vulneráveis em situação hospitalar. O local funciona como ponto de recebimento de doações essenciais para famílias carentes. Entre os itens arrecadados estão cestas básicas, roupas infantis, fraldas, agasalhos, roupas de cama e artigos para bebês. Além disso, a nova unidade funcionará como sede administrativa da Acase, o que a torna o principal local de reunião da diretoria da entidade, facilitando assim a coordenação e o planejamento de ações assistenciais. Por fim, quem visita a unidade ainda tem a chance de comprar itens na Lojinha da Acase, uma estante repleta de itens personalizados da entidade, cujas vendas são integralmente revertidas à Acase. Com a ampliação da estrutura, a Acase pretende fortalecer sua atuação na comunidade, promovendo campanhas de arrecadação e ampliando a assistência a quem mais precisa nos hospitais. A expectativa é que a nova sede facilite o engajamento de voluntários e doadores, proporcionando um atendimento mais ágil e eficiente às famílias atendidas. A Acase tem se destacado pelo trabalho contínuo de assistência social e espiritual, levando ajuda e esperança a inúmeras pessoas no Hospital Materno Infantil de Brasília. A inauguração da nova sede representa mais um passo importante na missão da entidade de transformar vidas por meio da solidariedade e do compromisso com o próximo, conforme os mandamentos deixados por Jesus Cristo.

Gestão da Acase: departamentos operacionais são criados, e diretoria é nomeada

Em reunião realizada por videoconferência no dia 8 de janeiro de 2025, o presidente da Acase, Anderson Olivieri, oficializou a criação de seis departamentos dentro da estrutura operacional da instituição. São eles: Diretoria de Programas; Diretoria de Acolhimento; Diretoria de Discipulado; Diretoria de Recursos; Diretoria de Eventos; e Diretoria de Comunicação. A formação dessa estrutura de gestão, que objetiva organizar e otimizar ainda mais as atividades da instituição, é uma resposta do dirigente ao crescimento da atuação social e espiritual da Acase. Os seguintes diretores foram nomeados: Erika Jarjour (Programas); Shirley Araújo (Acolhimento); Alex Queiroz (Discipulado); Alexandre Miguel (Recursos); Monique Olivieri (Eventos); Lucas Ferreira (Comunicação). A Diretoria de Programas é o departamento responsável por gerenciar três dos quatro programas atualmente presentes no rol de atividades da Acase: Tenda do Acolhimento; Ler é um remédio; e Ajudando a salvar vidas, uma gota de cada vez. O outro programa, Casa de Jairo, fica sob responsabilidade da Diretoria de Acolhimento, a qual, nas palavras do presidente da associação, é a primazia da Acase. Departamento voltado ao público interno, a Diretoria de Discipulado ocupa-se de capacitar, treinar e desenvolver, nas doutrinas básicas da fé cristã, os voluntários, associados e apoiadores da Acase, a fim de promover nestes um relacionamento de amor com Deus e de gerar crescimento espiritual em nossa comunidade. Já à Diretoria de Recursos, cabe estabelecer diretrizes e planejar mecanismos que viabilizem a captação de recursos, a fim de que as obras sociais da Acase aconteçam, conforme idealizado e sonhado pela instituição. Por sua vez, a Diretoria de Evento encarrega-se de organizar e promover as atividades extraordinárias da entidade, como Dia das Crianças da Acase e Natal Solidário, entre outros. Por fim, a Diretoria de Comunicação é responsável pela comunicação institucional da Acase, cabendo-lhe promover e desenvolver estratégias de comunicação e divulgação das informações. Ao nomear o time de diretores, o presidente da Acase, Anderson Olivieri, ressaltou a importância do trabalho coletivo e reforçou suas expectativas com a composição: “Estou certo de que a Acase tem agora um time de primeira linha para avançar nesse trabalho que vai além de um trabalho social ou filantrópico, constituindo-se verdadeiramente numa missão de vida cujo objetivo é anunciar aquele que é o caminho, a verdade e a vida”. A Acase conta, ainda, em sua estrutura, com uma diretoria associativa, a qual é constituída, por força estatutária, de presidente, secretário, tesoureiro e três conselheiros fiscais. Além das diretorias associativa e operacional, a entidade tem ainda um eixo espiritual (organograma ao lado). Este será desempenhado por uma igreja evangélica disposta a contribuir em oração e cobertura espiritual com a Acase. 

Prestação de contas da “Semana ler é um remédio”

A diretoria da ACASE, em respeito a todos os amigos que contribuíram para a realização do Semana ler é um remédio, apresenta o relatório financeiro detalhado do evento e, em nome das crianças e famílias beneficiadas pela ação, agradece as contribuições. Conseguimos, juntos, um total líquido de R$ 8.380,04. Acesse AQUI a planilha de prestação de contas. Todos os comprovantes de despesas também estão inteiramente disponíveis para consulta AQUI. Colocamo-nos, ainda, à disposição para esclarecimento de eventuais dúvidas. Nossa Semana ler é um remédio, no HMIB, foi feita por muitas mãos, por dezenas de pessoas que, da tarefa mais simples à mais complexa, somaram esforços voluntários em torno da nossa instituição. A confiança e o carinho de todos que colaboraram com recursos financeiros, doações de itens e serviços e com trabalho voluntário nos fortalecem e incentivam a continuarmos buscando sempre o melhor. Gostaríamos de abraçar a todos, mas como não podemos, deixamos registrado aqui nosso muito obrigado!

Acase Publicações lança livro infantil que integrará programa “Ler é um remédio”

Quando se está doente, além de ir ao médico e tomar remédio, é possível fazer algo a mais. Em Tuca ficou doente, e agora?, essa receita é contada por um garotinho que ama futebol, mas que teve de trocar a final do campeonato pela ida ao hospital. Afinal, o que será esse “algo a mais”? Participe conosco do lançamento deste livro, o primeiro da Acase Publicações, e descubra Esperamos você e sua família! Toda a renda do livro será revertida para os trabalhos sociais da Acase. SERVIÇO DO LANÇAMENTO:Data: 12/04/2025 (sábado)Horário: das 10h às 14hLocal: Confeitaria Dona Zuca (CLN 309 – Asa Norte)Valor do livro: 30 reais

Gritos e silêncios

(Palavra do Presidente veiculada na edição nº. 6 do Jornal da ACASE) Alguns gritos ainda martelam em minha mente. Não me refiro a volume. Nem sempre gritos se medem por decibéis. Falo de desespero, agonia, urro da alma: “Você pode ir lá reconhecer o corpo da minha filha?”; “Não tenho comida para dar às crianças”; “O remédio acabou em casa e no posto de saúde, vocês podem me ajudar?”; “A mãe quer batizar a criança antes de a bebê falecer, vocês a batizam?”; “Vão me visitar mesmo? Ninguém me visita”; “Eu quero mudar de vida e criar meu filho”. Esses são alguns dos apelos dirigidos a mim, por acolhidos da ACASE, ao longo de 2024. Eu bem poderia fazer deste texto retrospectivo do ano encerrado um memorial das conquistas da associação. Viria em boa hora não só pela alvorada do novel 2025, mas também porque a ACASE completará um ano de fundação em 22 de janeiro. Nesse tempo, acolhemos mais de cem famílias no Hospital Materno Infantil de Brasília; colocamos a Tenda do Acolhimento para funcionar na área externa do hospital; fizemos o Dia das Crianças da ACASE para 150 crianças do Sol Nascente (DF); distribuímos dezenas de cestas básicas; promovemos o Natal Solidário da associação. Não faltaram beneficências. Mas destaco os “gritos”, todos angustiantes, impactantes, porque eles me impedem de acomodar-se. Relembram-me o propósito. Empurram-me à missão de levar, aos enfermos, oração; aos famintos, alimentos; aos carentes, amor; e a todos, Cristo. Desperta-me espiritualmente para o realizar de Mateus 25:35-40, enquanto a carne me implora pelo comodismo: “Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram”. ― Então, os justos lhe responderão: “Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar?”. ― O Rei responderá: ‘Em verdade lhes digo que tudo o que vocês fizeram a algum desses meus pequenos irmãos, a mim o fizeram’”. Os donos dos “gritos” são vidas oprimidas que levam seus fardos num trote lento. Poucos os veem, poucos se importam com eles. São os invisíveis de rostos e corpos marcados, de odores acentuados, de falas bombásticas ao interior de quem lhes acolhe. Pedem-nos que reconheçamos o corpo da filha em seu lugar por medo de não suportar mais este evento em sua cruel trajetória; Clamam-nos por socorro com comida porque já ouvem o ronco da fome na barriga dos filhos; Suplicam-nos o remédio faltante apavorados pelo risco da piora médica do rebento; Imploram-nos o batismo da filha em travessia tementes da morte eterna; Aceitam a visita domiciliar esperançosos de alguém lhes bem-querer; Confessam-nos o desejo por mudança de vida, largando o crime, em gratidão pela cura do filho enfermo. Para acolher pessoas em situação hospitalar, é preciso que o grito da alma seja escutado. Mesmo que esse grito prescinda de sons, falas, e seja ele o silêncio. Digo porque, certo dia, notei a presença de uma moça embaixo de uma árvore do bosque do HMIB. Passados dez minutos, ela continuava na mesma posição – imóvel e aérea. Aproximei-me e perguntei-lhe o que se passava. Ela não conseguia falar. Mordeu os lábios e chorou. Com algum custo, depois de muito pranto, disse-me: “Os médicos estão lá dentro fazendo o último teste para confirmar a inatividade cerebral do meu filho de nove anos”. Silencie-me, até encontrar forças para orar com ela, que reapareceria duas horas depois, em mensagem de celular, confirmando o óbito. Entre gritos e silêncios, estou certo de que em 2024, para oprimidos em situação hospitalar, a ACASE constituiu-se verdadeira presença confortadora e portadora da boa-nova salvífica, a qual só é possível por meio de Cristo. Já pessoalmente, exercitar a missão da ACASE significou confrontar, à luz da verdade redentora, tudo o que há de desorientado, encardido e destroçado em mim. Eis o meu “grito”. Anderson OlivieriPresidente da Acase

Natal Solidário da Acase visita acolhidos e leva alimento e esperança às famílias

Bruno Gouveia Entre os dias 17 e 23 de dezembro, os voluntários da Acase realizaram o Natal Solidário da entidade, distribuindo 33 cestas natalinas e visitando mais de 20 famílias acolhidas, ao longo do ano, pelo trabalho da associação de amparo a crianças e famílias em situação hospitalar. Em todas as visitas, além de uma cesta básica – incrementada de uma ave natalina, um panetone e uma caixa de bombom –, as famílias dos acolhidos da Acase ganharam presentes. Para as crianças, livrinhos infantis de colorir e brinquedos variados. E para adultos e crianças, o anúncio, pelo time de voluntários da ACASE, de que Jesus é o maior presente para todos, numa palavra de fé e esperança bem propícia à época natalina. Em 17 de dezembro, primeiro dia de visitas, o Natal Solidário da Acase passou pelas cidades de Santa Maria (DF), Valparaíso (GO) e Luziânia (GO).  No dia seguinte, os voluntários visitaram acolhidos do Sol Nascente, da Expansão do Setor O e da Estrutural. No dia 19, foi a vez de famílias das cidades de Planaltina (DF) e Sobradinho serem contempladas pelo Natal Solidário da Acase. A ação continuou na sexta-feira, dia 20, contemplando famílias carentes que têm os filhos matriculados no Programa Força nos Esportes (Profesp), da Escola Superior de Defesa, numa iniciativa coordenada pelo associado da ACASE Luiz Maciel. Finalmente, no dia 23, antevéspera do Natal, voluntários da associação passaram pelas casas de acolhidos de Samambaia e Riacho Fundo, a fim de contemplá-los com a cesta natalina completa. O Natal Solidário da Acase integra o conceito de acolhimento extensivo promovido pela associação. Para a entidade, simplesmente acolher pessoas em situação hospitalar, por meio do programa Tenda do Acolhimento, é muito pouco. Por isso, aos acolhidos que revelam algum nível de carência social e espiritual, a Acase disponibiliza os benefícios do programa Casa de Jairo, em que visitas aos lares são marcadas, e alimentos material e espiritual, levados. Portanto, o Natal Solidário da Acase nada mais é do que a realização do programa Casa de Jairo de forma temática e incrementada, tendo como missão proporcionar um Natal feliz e farto às famílias acolhidas. O sucesso desta 1ª edição do Natal Solidário da Acase é resultado do empenho de nossos voluntários e das doações confiadas à entidade por tantas pessoas. A vocês, nosso muito obrigado!

Rubellita Joias lança collab especial com ACASE e cria a linha “Amor Cura” de semijoias

Tito Marques Nasceu grande. A expressão define bem a Rubellita Joias, marca brasiliense especializada em semijoias atemporais e bijuterias modernas. A grandeza da Rubellita, que completa um ano de criação dia 12 de janeiro, está especialmente em sua generosidade e humanidade. Paula Cruz, proprietária da marca de e-commerce, reconhece que o altruísmo e o olhar para o próximo são mesmo diferenciais da Rubellita no mercado. E a ACASE pôde atestar isso ao ser procurada pela empresa, sem dever nada em troca, para ser beneficiada pelas vendas da linha Amor Cura. Essa linha nasceu da história de Felipe e Mariana Abreu, pais de Bella, Bento e Thaila, de 3 anos, que há poucos meses encerrou o tratamento contra a leucemia. Durante esse período, o casal se fortaleceu no amor de Deus e dos irmãos e amigos. “Não temos dúvidas de que o amor que recebemos de tantas pessoas nos sustentou e ainda nos sustenta durante o tratamento oncológico da Thaila. Desde então, temos pedido a Deus que nos ajude a não economizar no amor por onde passarmos”, explica Mariana. A expressão “Amor Cura” tornou-se um mote do casal e – não demoraria muito – uma linha da Rubellita, que pediu, ao Felipe e à Mariana, que indicassem uma entidade à qual a marca pudesse contemplar com 100% do lucro auferido nas vendas destes quatro artigos: camiseta AMOR CURA; colar THATAI (infantil), com gravação do nome da criança; colar BELLA (feminino) e escapulário BENTO (unissex), com gravação do tipo sanguíneo. Mariana e Felipe, entusiastas do trabalho da ACASE desde a sua fundação, indicaram a entidade para ser a beneficiária da ação, que lucrou R$ 2.148,73, os quais foram integralmente direcionados à ACASE pela Rubellita. “Nós estamos muito felizes em poder ajudar e contribuir com a ACASE. Nosso diferencial é o olhar sensível às causas sociais. Contem com a gente sempre”, destaca Paula Cruz. A ACASE agradece à Rubellita Joias e ao casal Mariana e Felipe Abreu por tão lindo e nobre gesto de amor. Sim, amor cura! Siga no Instagram: @rubellitajoias

Confeitaria Dona Zuca reforça parceria com a ACASE com aniversário solidário

Mariana Carvalho O pequeno Miguel, filho do casal Lucas Ferreira e Ludmilla Moura, donos da Confeitaria Dona Zuca, na 309 Norte, celebrou o seu primeiro aninho de vida em grande estilo, no dia 30 de novembro. Dono do mais lindo e alegre sorriso espontâneo, Miguel comemorou o seu dia com a festa 365 Sorrisos. O ponto alto da tarde festiva, que aconteceu na própria Dona Zuca, foi a solidariedade. Lucas e Ludmilla decidiram comemorar o primeiro aniversário do filho estimulando a caridade. Assim, eles anunciaram aos convidados que todos os presentes levados ao Miguel seriam doados à ACASE, para as ações sociais da entidade. “Certo dia, olhando para o Miguel e vendo tudo o que havia em volta dele, tantos brinquedos, uma boa estrutura de quarto, nada lhe faltando, agradeci a Deus pela fartura e tive a ideia, logo compartilhada com a Ludy, de fazer um aniversário solidário, em que todos os presentes recebidos seriam doados para crianças carentes. Deu certo! Hoje estamos, aqui, duplamente felizes: pela vida do nosso filho e pela chance de ajudar o próximo”, conta Lucas, que também estimulou os clientes da região a participarem da ação. Dessa forma, todos que levassem nesse dia uma cesta básica ou brinquedo ganhariam de cortesia da Dona Zuca uma fatia especial de bolo. O resultado da ação foi incrível! Convidados e clientes ofertaram  dezessete cestas básicas e 22 presentes – doações que foram incorporadas ao Natal Solidário da ACASE e distribuídas às famílias acolhidas da entidade em todo Distrito Federal e entorno.

ACASE promove 1º Encontro de Voluntários, Associados e Apoiadores no Jardim Botânico de Brasília

Bruno Gouveia Mais de cinquenta pessoas, entre voluntários, associados e apoiadores da ACASE, participaram do 1º Encontro promovido pela entidade, no dia 9 de novembro. O evento aconteceu no auditório do Centro de Excelência do Cerrado, localizado no Jardim Botânico de Brasília, por cessão gratuita da Diretoria Executiva do órgão. Havia quatro propósitos no encontro promovido pela ACASE: explicar a origem da entidade; prestar contas do primeiro ano de funcionamento; estabelecer metas e propostas para 2025; e estimular a comunhão das pessoas que, ao longo de 2024, ajudaram a entidade, de alguma forma, a desenvolver suas atividades espirituais e sociais. O encontro começou às 9h30 com um café da manhã oferecido pela confeitaria Dona Zuca, que fica localizada na quadra 309 da Asa Norte. Em seguida, o pastor Alex Queiroz, da Igreja Batista Vértice, na Asa Sul, ministrou uma palavra, baseada no Evangelho de Lucas, capítulo 9:1-17, cujo tema era “Não é sobre nós! É tudo sobre Jesus”. Na sequência, o presidente da ACASE, Anderson Olivieri, em palestra de 50 minutos, abordou os temas relacionados aos quatro propósitos do encontro. Após o encerramento, os participantes do 1º Encontro se juntaram no palco para a foto oficial do evento. Ao todo foram preenchidas 12 novas fichas de pessoas que se comprometeram a ajudar a ACASE, em 2025, por meio de alguma modalidade de cooperação: voluntariado, intercessão ou doação. O presidente Anderson Olivieri comemorou o resultado do encontro, definindo-o como “histórico e fundamental”. “Um café da manhã delicioso, uma palavra linda trazida pelo pastor Alex e uma apresentação que revela os rumos da nossa entidade. Estamos felizes que muitos saíram daqui ainda mais engajados em nossa missão”, completou.