Prestação de contas – Feijoada Solidária 2025

A diretoria da ACASE, em nome da transparência e do respeito a todos que acreditaram no propósito da Feijoada Solidária 2025, apresenta o relatório financeiro detalhado do evento. Arrecadamos – a partir da comercialização de ingressos, cotas de patrocínios e vendas da lojinha – um total bruto de R$ 30.315,00, os quais resultaram em uma arrecadação líquida de R$ 23.646,20. Acesse AQUI a planilha de prestação de contas. Vale registrar que a contratação da mansão Monte Viedra, com buffet incluso, foi uma doação realizada diretamente à ACASE pelo Sr. Antônio Luiz Teixeira Mendes. Colocamo-nos à disposição para esclarecimento de eventuais dúvidas. Registramos, também, o nosso agradecimento a todos que, de alguma forma, contribuíram para o sucesso da Feijoada Solidária 2025. A confiança e o carinho de todos que colaboraram com aquisição de ingressos e produtos da lojinha, patrocínio e com trabalho voluntário nos fortalecem e incentivam a continuarmos buscando sempre o melhor para o Reino de Deus e para o acolhimento de crianças e famílias em situação hospitalar. Até a Feijoada Solidária 2026!

Participe da “Feijoada Solidária 2025” da Acase

A ACASE promove no dia 17 de agosto, das 12h às 17h, a Feijoada Solidária 2025. O evento acontece na Mansão Monte Viedra, localizada no Park Way (Conjunto 1, Lote 2), e promete reunir amigos, famílias e apoiadores da causa em uma tarde de solidariedade, boa comida e atrações especiais. Com o valor de R$ 70 por pessoa – e entrada gratuita para crianças de até 6 anos – o convite dá direito a entradinhas, feijoada completa, sobremesas e bebidas (suco, refrigerante e água). Toda a renda arrecadada será integralmente revertida para os projetos sociais e evangelísticos da ACASE, que atua no atendimento de crianças e famílias em situação hospitalar. A programação inclui ainda música ao vivo com Carlinhos Veiga e banda, sorteio de brindes e uma estrutura pensada para o lazer de toda a família: piscina com salva-vidas, campo de futebol e vôlei, além de mesa de futmesa. Os convites já estão à venda, e as vagas são limitadas. Interessados podem adquirir aqui ou por PIX (CNPJ: 54.019.274/0001-51), para a conta da ACASE, enviando o comprovante em seguida para o WhatsApp (61)98180-8500.

Feira do Livro de Brasília tem palestra e lançamento de obra da ACASE sobre leitura em hospitais

Marco Antônio Rosas A Associação Cristã de Assistência Social e Espiritual (Acase) marcou presença na edição 2025 da Feira do Livro de Brasília com duas ações que emocionaram o público e destacaram a força da literatura como instrumento de cura e acolhimento. Na terça-feira, 10 de junho, o presidente da ACASE, Anderson Olivieri, ministrou a palestra “Quando ler é um remédio – A literatura como instrumento curativo e terapêutico”, às 10h da manhã, no Espaço Sema, principal palco do evento. Com cerca de 80 participantes, a apresentação teve duração de meia hora e abordou os benefícios físicos, emocionais e espirituais que a leitura pode proporcionar em ambientes hospitalares. Durante a palestra, Olivieri apresentou o projeto “Ler é um remédio”, realizado pela ACASE no Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), onde são distribuídos gratuitamente livros para crianças e adultos internados. A iniciativa busca humanizar a rotina hospitalar e oferecer alento por meio das palavras. O jovem estudante Alisson Costa, de 11 anos, morador do Guará, que acompanhava a palestra, valorizou o empenho da Acase em atuar, por meio da literatura, em ambientes hospitalares. “Eu achei muito legal essa iniciativa da Acase de distribuir livros nos hospitais. Eu já estive internado, realmente é muito monótono esse ambiente. Eu adoraria ter ganhado um livro nesse período”, disse. Ao fim do encontro, Anderson Olivieri reproduziu uma das ações do projeto realizadas semanalmente no HMIB e distribuiu 50 livros infantis aos pequenos presentes. Os títulos entregues incluíam “Bia e as bonecas”, “A Copa do Mundo do Galego” e “Tuca ficou doente, e agora?”, todos de sua autoria. Ao final da palestra, o mais procurado pela criançada foi o livro “Tuca ficou doente, e agora?”. A obra, publicada pela Acase Publicações, encantou tanto os estudantes que participaram da palestra como os que visitaram a feira, promovendo momentos de empatia e reflexão. Marina Fialho, de 14 anos, estudante de Taguatinga, compartilhou sua emoção ao conhecer o livro. “O mais emocionante é saber que o livro conta sobre uma esperança para as crianças enfermas. A história é linda, realmente me tocou”, afirmou. A Feira do Livro de Brasília 2025 aconteceu entre os dias 5 e 14 de junho no Complexo Cultural da República, na Esplanada dos Ministérios, com programação das 8h às 20h20. Esta edição especial teve como tema o meio ambiente e a sustentabilidade e contou com o apoio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Distrito Federal. A participação da ACASE reforça o papel da literatura não apenas como ferramenta de educação, mas também como ponte para o cuidado e a espiritualidade, especialmente nos momentos mais delicados da vida.

Projeto Ler é um Remédio é abraçado pelo Mackenzie em campanha solidária de doação de livros

Marco Antônio Rosas A manhã do dia 14 de junho de 2025 foi marcada por solidariedade e incentivo à leitura durante a Feira Literária do Mackenzie, em Brasília. A edição deste ano do projeto Sou Mackenzista e faço a diferença, que mobiliza alunos do Colégio Mackenzie em ações sociais, teve como instituição beneficiada a Associação Cristã de Assistência Social e Espiritual (Acase). A ação envolveu a arrecadação de livros infantis ao longo de todo o mês de junho, destinados ao projeto Ler é um remédio, da Acase. Voltado a crianças hospitalizadas no Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), o Ler é um remédio distribui literatura com o objetivo de levar alívio, amor e distração para os pequenos internados. Durante o mês, os alunos da Educação Infantil foram incentivados, em sala de aula, a doar livros já lidos, exercitando desde cedo valores de empatia e generosidade. A mobilização rendeu frutos: ao todo, foram arrecadados 540 livros infantis, repassados oficialmente à Acase durante a Feira Literária. A presença da Acase no evento foi marcada pela Tenda do Acolhimento, espaço onde a instituição pôde divulgar suas atividades, apresentar o impacto de seus projetos e dialogar com o público. Voluntárias da associação distribuíram mais de 300 encartes de apresentação, enquanto a Lojinha da Acase ofereceu ao público camisetas, ecobags, canetas e livros institucionais, com vendas integralmente revertidas ao trabalho da instituição. Monique Olivieri, diretora de eventos da Acase, celebrou a parceria com entusiasmo: “Estamos muito gratos ao colégio Mackenzie, em especial à coordenação da Educação Infantil, destacando a pessoa da Laura, coordenadora, por ter nos aberto a porta para divulgar o trabalho da ACASE. Isso é muito importante para a instituição e, creio eu, ajuda também as crianças, ainda tão pequenas, a formarem uma consciência cristã e humana de amor ao próximo”. A iniciativa reforça como ações simples, como a doação de um livro, podem gerar impacto significativo — tanto em quem doa quanto em quem recebe. Ao unir educação, solidariedade e literatura, o projeto Sou Mackenzista e faço a diferença mostra que cultivar valores sociais começa desde cedo e rende frutos para toda a sociedade.

Presidente da Acase participa de curso intensivo de Capelania Hospitalar em São Paulo e visita casa de apoio

Marco Antônio Rosas Entre os dias 1º e 4 de maio, o presidente da Acase, Anderson Olivieri, participou do Curso de Capelania Hospitalar Nível 1, promovido pela Associação Capelania na Saúde (ACS), em São Paulo – SP. O treinamento foi realizado sob a direção-geral de Eleny Vassão, referência nacional no campo da capelania hospitalar. Com mais de 40 anos de atuação em hospitais paulistanos, Eleny Vassão é capelã, escritora e autora de dezenas de livros que abordam sobre o cuidado da alma no ambiente hospitalar. Durante os quatro dias de curso intensivo — das 8h às 18h —, foram ministrados diversos módulos voltados à formação de capelães voluntários, com foco no acolhimento integral do paciente e na atuação sensível e ética nos hospitais. Entre os temas abordados estiveram: Teologia do sofrimento; O que é um hospital; Relacionamento com o profissional da saúde; Visão geral da capelania hospitalar; Quem é o paciente; Normas para visitação hospitalar; A igreja na assistência domiciliar; As bases do aconselhamento bíblico; Preparo emocional do visitador; Noções básicas sobre Cuidados Paliativos; Artesanato no hospital; Aprendendo a ouvir; e Ética cristã. Para Anderson Olivieri, a experiência foi transformadora: “Foram quatro dias incríveis. A capacidade técnica de todo o time da ACS é altíssima. Foi um privilégio ouvir a Eleny nesses dias, maior autoridade no Brasil em capelania hospitalar, bem como todos os demais palestrantes, que demonstraram profundidade de conhecimento nos temas”, afirmou. Ele também destacou a importância prática da formação para o trabalho já desenvolvido pela Acase: “Tenho certeza de que muita coisa aprendida aqui será aplicada na Tenda do Acolhimento, assim como em todos os programas da Acase. E espero continuar tendo a possibilidade de beber nessa fonte incrível que é a ACS. Temos, na Acase, muito a aprender com eles”, completou. Generosamente, no último dia de palestras, a coordenadora Eleny Vassão convidou o presidente da Acase para contar aos colegas sobre o trabalho desenvolvido em Brasília pela instituição. Anderson Olivieri aproveitou a oportunidade para relatar a história que motivou a criação da Acase e, em seguida, explicou como acontece o acolhimento hospitalar realizado pela instituição. “Senti-me honrado com o espaço cedido pela Eleny, que é exemplo não só de profissionalismo como de doçura e sensibilidade”, pontua Olivieri. A Associação Capelania na Saúde (ACS) oferece cursos presenciais e on-line voltados a todos os interessados em atuar como capelães hospitalares ou aprimorar seus conhecimentos sobre cuidado espiritual e emocional no contexto hospitalar. Mais informações podem ser encontradas no site oficial da instituição: https://capelanianasaude.org.br. Casa do Aconchego Em 30 de abril, um dia antes do início do Curso de Capelania Hospitalar Nível 1, o presidente da Acase, Anderson Olivieri, visitou a Casa do Aconchego, que é uma casa de apoio para famílias com filhos em tratamentos hospitalares em São Paulo. Sandra Tenório, coordenadora da Casa, foi a responsável por acompanhar o líder da instituição brasiliense na visitação. Ela descreveu em detalhes todas as atividades desempenhadas pela Casa do Aconchego, que é vinculada à Associação Capelania na Saúde, além de ter percorrido as dependências do local com o presidente da Acase. “Esta Casa é referência no Brasil entre as casas de apoio para atendimento extra-hospitalar às crianças com doenças graves. Estar aqui, para nós, que temos sonhos grandiosos para a Acase, inclusive de construção de uma casa para essa finalidade, é motivo de alegria. Todos que fazem a Casa do Aconchego estão de parabéns”, declarou Anderson Olivieri. A Casa do Aconchego está localizada na Rua Veríssimo Glória, 126, em Sumaré, São Paulo.

“Mesa Acolhedora”: sopas, palavras e orações aquecem corações no HMIB

Ação noturna da ACASE atende pacientes vulneráveis com alimentação e acolhimento no pronto-socorro …………………….Túlio Vieira……………………. Em meio ao frio típico da Capital Federal nos meses de maio e junho e à espera silenciosa dos corredores do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), um novo gesto de solidariedade tem feito diferença na vida de muitos. Desde o dia 23 de maio, quinzenalmente, às sextas-feiras, voluntários da Associação Cristã de Assistência Social e Espiritual chegam ao local com panelas fumegantes, corações dispostos e mãos estendidas. Este projeto criado no mês de maio inclusive já ganhou status de programa da Acase e passa a ocupar o calendário fixo de atividades da entidade, que já conta com Tenda do Acolhimento, Ler é um remédio, Casa de Jairo e Ajudando a salvar vidas, uma gota de cada vez. O novo programa, chamado “Mesa Acolhedora”, nasceu do desejo de oferecer mais do que uma refeição: ser uma presença amiga, uma escuta atenta, um abraço em forma de oração. As ações acontecem no período noturno, em frente ao pronto-socorro do HMIB, quando o frio aperta e a fome se junta à angústia de quem espera atendimento, muitas vezes por horas a fio. Em cada edição do Mesa Acolhedora, são entregues em média 140 porções de sopa ou canja, cuidadosamente preparadas e servidas por um time de pelo menos 7 voluntários. Além do alimento, eles oferecem palavras de encorajamento e orações a quem deseja, promovendo acolhimento espiritual e emocional. “A sopa veio em uma hora abençoada”, disse dona Maria do Rosário, de Luziânia (GO), que aguardava atendimento para a neta de três anos. “A gente chega aqui sem saber quanto tempo vai esperar, e sem dinheiro para comprar comida nesses lugares caros do Plano Piloto. E esses dias têm sido tão frios… foi um alívio no corpo e no coração.” Segundo os organizadores da ACASE, a escolha do HMIB como ponto inicial do projeto se deu justamente pelo fluxo constante de pacientes vulneráveis, especialmente mulheres, crianças e acompanhantes que passam a noite no hospital sem acesso a alimentação adequada. As lanchonetes da região fecham cedo, e muitas famílias vêm de longe, sem condições de se alimentar enquanto aguardam. “Queremos levar não só o alimento, mas também um pouco de fé e esperança. Às vezes, uma palavra faz mais diferença do que a própria sopa”, diz Suelene Castro, voluntária que, na estreia do programa, preparou a sopa e ainda marcou presença na distribuição. Daniella Heloísa, filha de Suelene, concorda com a mãe: “É com o coração transbordante que estamos aqui para trazer comida, mas vai muito além disso. Nosso principal objetivo é anunciar Cristo por meio da ação”. O Mesa Acolhedora é para todos. Uma das grandes alegrias da ACASE nesse programa é também poder servir os colaboradores do Hospital. Funcionários responsáveis pela segurança, limpeza e servidores administrativos da unidade são frequentemente vistos na fila da sopa. Com a chegada do inverno, a ação tem sido vista como providencial. A expectativa da ACASE é distribuir, até o final do ano, mais de duas mil porções, para que, assim, mais corações sejam aquecidos — por dentro e por fora.

Abraços que curam: ACASE leva afeto ao HMIB no Dia do Abraço

Em ação especial, voluntários ofereceram abraços e acolhimento a pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde …………………….Túlio Vieira……………………. Em um lugar marcado pela espera, pela dor e pela esperança, um gesto simples reacendeu sorrisos e emocionou pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde. Em homenagem ao Dia do Abraço, comemorado no dia 22 de maio, a Associação Cristã de Assistência Social e Espiritual (ACASE) promoveu uma ação especial de carinho e acolhimento no Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB). Dez voluntários se espalharam pelo hospital segurando cartazes com frases como “Posso te dar um abraço?” e “Aceita um abraço?”. O resultado foi um festival de sorrisos e encontros comoventes. A receptividade foi imediata: a maioria dos que passavam não hesitava em abrir os braços e receber o gesto afetuoso, em meio à rotina tensa e, muitas vezes, angustiante de quem está em um hospital. “Foi o abraço que desejei mais cedo, pouco antes de levantar, tanta era a minha aflição e que agora, poucas horas depois, recebo com os olhos marejados de emoção”, comentou Marli Cunha, que acompanhava a neta em consulta de rotina com nefrologista. “A gente realmente se sente percebida, é como se Deus mandasse alguém para nos lembrar que não estamos sozinhos”, ela completou. A iniciativa foi pensada como uma forma de transmitir amor, empatia e conforto em um ambiente onde gestos como esse fazem toda a diferença. De acordo com o vice-presidente da ACASE, Yan Victoria, o abraço é uma forma poderosa de comunicação não verbal, que transmite apoio e solidariedade sem precisar de palavras. “Queríamos marcar esse dia com algo simbólico, mas profundo. Um abraço pode mudar o clima de um lugar, e vimos isso acontecer hoje”, afirmou Márcia Olivieri, uma das voluntárias da ação. “Teve gente que se emocionou, que agradeceu com lágrimas nos olhos. É bonito ver o quanto o carinho gratuito ainda toca as pessoas.” A ação se somou às demais iniciativas da ACASE no HMIB, como os programas Tenda do Acolhimento, que acontece às segundas, quartas e quintas-feiras pela manhã; o Ler é um remédio, de distribuição gratuita de literatura a crianças, jovens e adultos; e o recém-criado Mesa Acolhedora, que oferece sopas e palavras de conforto aos pacientes durante a noite (págs. 8 e 9). A instituição tem se consolidado como uma presença de cuidado integral — corpo, mente e espírito — entre os que mais precisam. Entre um abraço e outro, ficaram as memórias de encontros breves, mas significativos. E a certeza de que, muitas vezes, o que mais precisamos não custa nada — apenas um pouco de atenção e braços abertos.

Mulheres em situação hospitalar recebem homenagem e presentinho da Acase pelo dia 8 de março

Mariana Carvalho Antecipando as comemorações pelo Dia Internacional da Mulher, a Acase promoveu uma ação especial, no dia 6 de março, em homenagem às mulheres no Hospital Materno Infantil de Brasília. A iniciativa teve como objetivo valorizar as mulheres, especialmente aquelas que estão em situação hospitalar decorrente da internação ou consulta médica de algum filho, neto, sobrinho ou parente, oferecendo-lhes carinho e reconhecimento pelo seu papel fundamental na sociedade. Durante o evento, foram distribuídos de presente 100 kits contendo cremes hidratantes para as mulheres. O gesto simbólico proporciona um momento de cuidado e bem-estar para aqueles que, muitas vezes, se encontram em situações emocionais e afetivas delicadas. A escolha do creme hidratante como presente reflete o objetivo de promover um pequeno ato de carinho, proporcionando um pouco de conforto e atenção em um ambiente hospitalar. A ação foi realizada com o apoio de 13 voluntários da ACASE, dois deles mirins. Além da distribuição dos presentinhos, eles se dedicaram a conversar com as mulheres presentes, oferecendo apoio emocional e ouvindo suas histórias. A ideia central da ação foi criar um momento de acolhimento e solidariedade, permitindo que as mulheres se sentissem valorizadas e reconhecidas. “Este evento é uma forma de destacar a importância da mulher em todos os contextos, especialmente em um momento de vulnerabilidade como o de estar em um hospital. Queremos que essas mulheres sintam-se cuidadas, respeitadas e lembradas, não só no Dia Internacional da Mulher, mas todos os dias”, afirmou Monique Olivieri, diretora de eventos da Acase. A equipe do Hospital Materno Infantil de Brasília também expressou seu apoio à ação, destacando a importância de iniciativas como esta para humanizar o ambiente hospitalar. O hospital, que atende mães, gestantes e crianças, se mostrou grato pela ação da ACASE, que trouxe um pouco de alegria e emoção às mulheres que vivenciaram um período difícil de suas vidas. As respostas das mulheres que receberam os kits foram de surpresa e gratidão. Para muitas, o gesto de carinho proporcionou um alívio emocional em meio às dificuldades enfrentadas. “Receber esse presente foi algo inesperado e que me tocou profundamente. Muitas vezes nos sentimos esquecidas. E de repente a gente vem aqui fora e recebe esse gesto de carinho. Isso faz toda a diferença”, disse Mariana Vieira, que está com o filho hospitalizado.

Lançamento do livro “Tuca ficou doente, e agora?”, da Acase Publicações, reúne amigos e entusiastas da Associação

Tales Zerbini Brasília recebeu, no dia 12 de abril, um evento especial para crianças e famílias: o lançamento do livro infantil Tuca ficou doente, e agora?. A obra – assinada pelo jornalista, escritor e presidente da Acase, Anderson Olivieri – foi apresentada ao público na Confeitaria Dona Zuca, localizada na comercial da 309 Norte (Asa Norte), das 10h às 14h, em uma manhã de literatura, celebração e confraternização. O livro, publicado pelo selo Acase Publicações, é uma iniciativa da Associação Cristã de Assistência Social e Espiritual e conta a história de Tuca, um garotinho que sai de casa para jogar futebol, mas, no meio do caminho, sente-se mal. Ao retornar para casa, sua mãe decide levá-lo ao hospital. Antes mesmo de ser atendido, porém, Tuca e sua mãe conhecem um espaço de acolhimento localizado na área externa do hospital, onde são recebidos por voluntárias que compartilham com eles uma mensagem especial: há algo mais, além dos cuidados médicos, que pode ser feito por Tuca. A narrativa do livro desperta a curiosidade dos pequenos leitores e os convida a descobrir que “arma” poderosa está disponível a todos os enfermos. A obra não apenas conta uma história emocionante, mas também apresenta o trabalho desenvolvido pela Acase, sobretudo pelos programas Tenda do Acolhimento e Ler é um remédio. Durante o lançamento, crianças e adultos tiveram a oportunidade de participar de uma manhã repleta de alegria, diversão e bem-estar, com direito a teatro de fantoches. O evento também serviu para divulgar a atuação da Acase no apoio a pessoas em situação hospitalar e para divulgar a preocupação da entidade em estabelecer a fé como um potente instrumento disponível a todos nos tempos de enfermidade. “É um livro que aproveita o enredo para apresentar a Acase e a sua atuação dedicada dentro dos hospitais. Porém, o que vejo de mais precioso nesta história é a revelação de que, quando se está doente, há algo mais que se pode fazer, além de ir ao médico e se medicar. Isso é precioso”, destaca Anderson Olivieri, o autor do livro. A ilustradora do livro, Hadassa Rodrigues, também marcou presença no lançamento e arrancou risos da criançada com sua excelente atuação no teatro de fantoches. “Foi um grande privilégio participar desse dia, todos nos receberam com muito carinho e bom humor”, registra a ilustradora. Com Tuca ficou doente, e agora?, a Acase Publicações inaugura suas atividades editoriais. Se você deseja adquirir o livro, clique aqui e garanta o seu agora mesmo.

Assembleia Geral aprova contas de 2024, novos filiados e mudanças no estatuto

Evento também definiu nova vice-presidência, secretaria e suplência do Conselho Fiscal da entidade Mariana Carvalho No dia 15 de abril, a Associação Cristã de Assistência Social e Espiritual realizou sua Assembleia Geral Ordinária, reunindo os associados para uma série de deliberações importantes para o futuro da instituição. O encontro marcou um momento de fortalecimento institucional, com decisões unânimes e avanços estratégicos. Entre os principais pontos aprovados pela Assembleia está o acatamento, por unanimidade, do parecer do Conselho Fiscal, que recomendou a aprovação das contas referentes ao exercício de 2024. A decisão reforça o compromisso da entidade com a transparência e a boa gestão dos recursos voltados ao apoio de crianças e famílias em situação hospitalar. Outro destaque foi a aprovação da entrada de 10 novos filiados no quadro de associados da Acase, ampliando a rede de apoio à causa e fortalecendo a representatividade da instituição. A Assembleia também deliberou sobre alterações no estatuto social da entidade, ajustando pontos essenciais para o aprimoramento do funcionamento interno. No campo da governança, foram eleitos novos nomes para compor a diretoria e o Conselho Fiscal. Yan Victoria assumirá o cargo de vice-presidente da Acase, enquanto Érika Jarjour foi eleita secretária da entidade, em substituição ao primeiro. Para a suplência do Conselho Fiscal, vacante desde a fundação da Acase, foram escolhidos Alexandre Miguel, Edneia Latorraca e Jacqueline Tavares. Além das deliberações formais, a Assembleia Geral foi um espaço de diálogo e construção coletiva. Novas sugestões e demandas foram apresentadas pelos associados, demonstrando o engajamento e o compromisso contínuo da comunidade da Acase com a missão de acolher e cuidar. A Acase segue firme em sua trajetória, impulsionada pelo envolvimento ativo de seus associados e pela constante busca por melhorias em sua atuação em prol das crianças e famílias que enfrentam situações de vulnerabilidade durante o tratamento hospitalar.